20/05/2026
Paciente canino, 21kg, apresentando fratura diafisária de rádio e ulna com aproximadamente 30 dias de evolução, evidenciando desalinhamento ósseo, reação periosteal exuberante e instabilidade mecânica decorrente da cronicidade da lesão.
Optou-se por estabilização cirúrgica por meio de osteossíntese biológica utilizando placa , visando preservação do aporte vascular periosteal, manutenção do comprimento ósseo e adequada restauração do alinhamento anatômico do membro.
19/05/2026
Paciente canino, 2kg, apresentando luxação medial de patela grau III em membro pélvico esquerdo, associada a desalinhamento do mecanismo extensor e claudicação persistente. 🦴
Foi realizada correção cirúrgica através da técnica de TTT (Transposição da Tuberosidade da Tíbia), com objetivo de promover o realinhamento do mecanismo extensor, melhora da congruência femoropatelar e estabilização da patela.
A estabilização adequada é fundamental para restauração funcional do membro, redução da dor e prevenção da progressão de alterações articulares degenerativas.
14/05/2026
Fratura de tíbia e fíbula em paciente canino corrigida com a técnica de Plate-Rod
Neste caso, realizamos a estabilização óssea utilizando placa associada ao pino intramedular, uma combinação que proporciona maior resistência mecânica, melhor distribuição das forças e mais estabilidade durante o processo de consolidação óssea.
A técnica Plate-Rod é uma excelente opção principalmente em fraturas com maior instabilidade, permitindo recuperação mais segura e confortável para o paciente no pós-operatório.
02/05/2026
Ruptura de ligamento cruzado cranial com instabilidade articular evidente e deslocamento cranial da tíbia.
Indicação cirúrgica baseada em biomecânica: realização de TPLO para neutralização da força de cisalhamento tibial.
Imagem pós-operatória evidenciando adequado nivelamento do platô tibial e estabilização dinâmica da articulação do joelho.
Implante corretamente posicionado, com alinhamento satisfatório e manutenção da integridade estrutural.
Procedimento que visa devolver função, reduzir dor e minimizar progressão de doença articular degenerativa.
29/04/2026
Paciente canino, raça Akita, 46 kg, apresentando ruptura do ligamento cruzado cranial, tratado por meio da técnica de TPLO.
A radiografia pré-operatória evidenciava instabilidade articular importante, compatível com a lesão ligamentar. Já no pós-operatório, observamos o reposicionamento do platô tibial, estabilização da articulação e adequada fixação com placa e parafusos, promovendo um ambiente biomecânico favorável para recuperação.
A TPLO é uma das principais técnicas para restabelecer a função do joelho, permitindo retorno precoce à deambulação e melhor qualidade de vida ao paciente.
24/04/2026
Fratura de Monteggia com desafio adicional
Este paciente já havia sido submetido a uma correção prévia, porém evoluiu com fratura de implante tornando necessária uma nova abordagem cirúrgica.
Optamos pela revisão cirúrgica com retirada do implante anterior e estabilização mais robusta, utilizando pino intramedular de maior calibre, associado a dois parafusos e cerclagem estratégica para mimetizar o ligamento colateral, promovendo maior estabilidade da articulação.
A escolha da técnica visou restaurar o alinhamento, estabilidade e função do membro, proporcionando melhores condições para consolidação óssea e recuperação do paciente
22/04/2026
Paciente canino vítima de trauma de alta energia decorrente de mordedura por outro animal evoluiu com necrose óssea associada à osteomielite mandibular, evidenciando falha na vascularização e importante comprometimento estrutural. Inicialmente, foram realizadas duas tentativas de controle de dano com estabilização por placas, porém sem sucesso clínico e radiográfico.
Diante da progressão da lesão, optou-se pela mandibulectomia bilateral parcial como abordagem definitiva, visando controle da dor, remoção do tecido inviável e resolução do quadro infeccioso. Procedimento desafiador, porém necessário frente à gravidade do caso.
15/04/2026
Paciente 8 meses com fechamento fisário precoce da ulna distal, associado à continuidade do crescimento radial. Esse desbalanço resultou em deformidade angular do membro torácico, com encurvamento progressivo do rádio.
Optou-se por abordagem cirúrgica por meio de osteotomia ulnar corretiva, com ressecção segmentar, visando descompressão da restrição mecânica imposta ao rádio e permitindo um crescimento mais alinhado.
A intervenção precoce foi fundamental para minimizar a progressão da deformidade, restabelecer o eixo anatômico e preservar a função do membro.
Casos como esse reforçam a importância do diagnóstico ortopédico precoce em pacientes em fase de crescimento.
09/04/2026
Fratura de Monteggia em paciente de 10 kg 🐾
Neste caso, observamos uma lesão complexa envolvendo fratura de ulna associada à luxação da cabeça do rádio, caracterizando uma fratura de Monteggia.
Optamos pela estabilização por meio de pino intramedular para alinhamento da ulna, associado a parafuso em lag, promovendo compressão e maior estabilidade do foco de fratura.
A redução anatômica da ulna é essencial para o reposicionamento adequado da cabeça do rádio, restabelecendo a biomecânica do membro.
Evolução pós-operatória favorável até o momento, com bom alinhamento e estabilidade óssea.