Brasilidade Negra

Brasilidade Negra

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Conteúdo especializado em questões étnico-raciais Meu trabalho é independente e busca levar conhecimento sobre a realidade da mulher negra.

Sou Juliana Silva, cientista política, jornalista, pós-graduada em Cultura Afrobrasileira, especialista em comunicação digital e militante da causa racial e feminista. O objetivo é mostrar que existe sim um problema político e que políticas públicas e medidas socioeducativas são necessárias para mudar esse cenário político. Através da comunicação digital levo conhecimento, através da educação levo

13/05/2026

Não é cansaço o que curva suas costas,
É o peso de séculos de história guardada.
O Preto-Velho é a voz que traz as respostas
De quem nunca aceitou ter a alma silenciada.

Seu ca****bo não é fumo, é fumaça de guerra,
Limpando o caminho para o povo passar.
É a inteligência que fincou o pé na terra
E fez da fé um modo de não se curvar.

O rosário nas mãos foi o grande disfarce,
Estratégia sagrada de manutenção.
Para que o rito no tempo não se desfizesse,
Mantendo o axé vivo no coração.

É ancestralidade que ensina a lutar,
Com a calma de quem já venceu o opressor.
Preto-Velho é raiz que ninguém pode arrancar,
É o mestre, o guia, o libertador.

Adorei as almas! 🌿

26/04/2026

Família Egbeji crescendo e em egbe na casa mãe .aje.
Ser devotos de Orixá é aprender com a energia de cada Orixá e botá-la em prática.
Axé!

22/03/2026

Ano yorubá começando em nossa casa com Festival de Exu e Obaluayê e ali reunimos nossa egbe.
Que seja um ano de muito axé pra nós, Família Egbeji, Ifá Aje e Oduduwa!

Photos from Brasilidade Negra's post 09/02/2026

A Ética da Presença. 🏾✨
​Muitas vezes, a linha que separa a admiração do roubo intelectual é camuflada por discursos de “intercâmbio cultural”. Mas precisamos dar nome aos bois: quando a cultura negra gera lucro, prestígio e tendência apenas nas mãos de pessoas brancas, não estamos falando de intercâmbio, estamos falando de manutenção de privilégio.
​A nossa cultura é orgânica, ela nasce de uma raiz profunda de resistência e ancestralidade. Quando alguém tenta “traduzir” ou protagonizar os nossos saberes sem ter a pele marcada pela nossa vivência, o que sobra é uma casca sem alma. É um espetáculo que ignora o fundamento.
​O papel da branquitude no respeito à cultura negra é pedagógico: é o exercício de recuar para que a nossa autoria avance. É compreender que existem saberes que não estão à venda e espaços que não são coletivos. A apreciação real exige a defesa dos nossos corpos com a mesma intensidade com que se consome a nossa arte.
​O respeito começa onde a sua vontade de protagonizar termina.
​Você já parou para analisar se o seu consumo da nossa cultura fortalece quem a produz ou se apenas serve de adorno para a sua imagem?

07/11/2025

Hoje foi dia de roda de conversa do Coletivo Povo de Axé contra o abuso sexual no , de mãe .
Nossa missão é desconstruir o machismo e combater o abuso nos terreiros e nas comunidades. Com informação, conscientização e educação mudamos hábitos e pemsamentos dos homens, informamos e acolhemos mulheres e levamos transformação social.

Numa educação afrocentrada, o feminino gera vida. É sagrada. Respeitemos.✊🏾

27/10/2025

Em nossa ação Povo de Terreiro contra o abuso sexual, a filha da Tenda Espírita Pai Benedito do Congo, Angélica Coimbras, que também é psicóloga, falou das diferenças de violências sofridas pelas mulheres e como identificá-las.

É importante dar nomes e falar do problema, pois falando buscamos formas de resolvê-lo. E com informação prevenimos vítimas e combatemos o assédio.

27/10/2025

A Tenda Espírita Pai Benedito do Congo (Gama) e a Casa de Umbanda Família Egbeji (Valparaiso de Goiás) estiveram juntas em sua primeira ação Povo de Terreiro contra o abuso sexual.
Essa foi a primeira de várias ações que percorrerão os terreiros do DF e Entorno buscando a prevenção, conscientização e educação contra o assédio.

Some-se a essa causa✊🏾

Photos from Brasilidade Negra's post 26/10/2025

Hoje foi nosso start Povos de Terreiro conta o abuso sexual!
Faremos uma série de ações nos terreiros visando acolher vítimas e educar homens e mulheres contra o abuso.
Para sanar o problema precisamos falar sobre ele e vamos seguir no combate ao abuso sexual.
Essa ação foi realizada pela Tenda Espírita Pai Benedito do Congo, Casa de Umbanda Família Egbeji, , , Casa de Umbanda Guerreiros de Fé e .
Junte-se a essa causa. ✊🏾

24/10/2025

Domingo realizaremos uma gira de conversa visando a conscientização e combate ao abuso sexual.
O ato marca o inicio de outras ações feitas em parceria da Casa de Umbanda Família Egbeji (Valparaíso), Tenda Espírita Pai Benedito do Congo (Gama), Casa de Umbanda guerreiros de Fé, Ile Axe Jagun Onigbeja, Ti Oxum (Águas Lindas), Templo Rosa Branca (samambaia) e Ile Axe T'oju Laba (Cidade Ocidental).
No dia 26, cada uma dessas casas vão reunir seus filhos e consulentes para conscientizar e prevenir sobre assédio.
Posteriormente, este coletivo fará visitas para giras de conversa levando conscientização, educação e prevenção contra o abuso sexual.

Terreiro é local de acolhimento. O feminino é sagrado, gera vida e precisa ser respeitado.

Nós por nós e pelos nossos na prevenção ao assédio. ✊🏾

Photos from Brasilidade Negra's post 23/10/2025

💧✨ Ritual das Águas de Obatalá ✨💧
Momento de renovação e pureza.
As águas sagradas lavam o ori e o espírito, levando embora o que pesa e abrindo caminho para a paz e a sabedoria que Obatalá irradia.
Como é bom buscar a sintonia com Orixá.
Que sua luz nos envolva e nos traga equilíbrio. 🤍🕊️

25/03/2025

✊🏾O Ponto de Cultura Afrobrasileiro Rum Black e a Associação Brasilidade Negra convidam a comunidade para debater pauta urgente na cidade: Combate ao Racismo Religioso e Respeito às Tradições de Matriz Africana e a efetividade das políticas de promoção da igualdade racial de Valparaíso.

📍O debate acontecerá na Casa de Umbanda Família Egbeji (Rua D Quadra L casa 6, Parque Esplanada I) e é aberto a todas as pessoas.

📝Programação:📝

9h - credenciamento, intervenção cultural e lanche

10h - mesa de debate aberta a perguntas e encaminhamentos

12h - encerramento

Mesa debatedora: Luanda Gabriela, presidente da Associação Rum Black, (confirmada)
Mametu Talamugongo, presidente da Atracar (confirmada)
Iyá Jussara de Oyá, Coordenadora da Renafro Novo Gama e membra do Coletivo das Iyás DF e Entorno, (confirmada)
Laura Monteiro, representante do Ministério da Igualdade Racial (confirmada)
Lehi Soares, Gerente de Igualdade Racial da Secretaria do Estado de Goiás de Desenvolvimento Social,
representante do governo municipal de Valparaíso de Goiás, (a confirmar)
Mediador: Cléber Araújo, dirigente da Casa de Umbanda Família Egbeji.

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