🌻 Álbum de figurinhas da Copa como laboratório de habilidades sociais? Como assim, Zilda?
Quando a gente olha com atenção, percebe que um simples álbum cria inúmeras oportunidades de interação.
Nas trocas de figurinhas a criança precisa iniciar conversa, fazer pedidos, negociar, argumentar, ouvir propostas e chegar a acordos. No jogo do bafo surgem regras, respeito aos combinados, tolerância a perdas e ganhos e resolução de conflitos. Na frustração de abrir o pacotinho e não encontrar a figurinha desejada, ela aprende a lidar com obstáculos e controlar impulsos.
E tem mais: os álbuns aproximam gerações, criam conversas entre pais, avós e filhos, e abrem espaço para falar sobre fair play, diversidade cultural e convivência com as diferenças.
A reflexão que f**a especialmente para os psicólogos é essa: muitas vezes procuramos estratégias complexas para promover desenvolvimento social e esquecemos de aproveitar o que já está despertando interesse e motivação dos nossos clientes.
Um álbum, uma série, um filme, um jogo. Qualquer fenômeno cultural do momento pode se tornar um contexto poderoso para desenvolver habilidades sociais e competência social.
E você, já completou algum álbum de figurinhas na infância? Sim ou não aqui nos comentários.
Sou Zilda Del Prette, especialista há mais de 40 anos no campo das habilidades sociais. Me siga para ampliar com segurança e autoridade sua prática profissional nessa área.
zildadelprettepsi
Eu sou Zilda Del Prette especialista há mais de 40 anos no campo das habilidades sociais.
24/06/2026
🌻 Psi, o desenvolvimento saudável da criança depende da aprendizagem de diferentes conjuntos de habilidades sociais.
Autocontrole, empatia, assertividade, civilidade, fazer amizades, resolver problemas interpessoais e habilidades sociais acadêmicas são repertórios fundamentais para a adaptação escolar, a convivência e o desenvolvimento socioemocional.
Quando essas habilidades são estimuladas desde cedo, aumentam as possibilidades de relações mais saudáveis e diminuem os riscos de dificuldades comportamentais e interpessoais ao longo do desenvolvimento.
Pensando nisso, desenvolvemos o e-book Habilidades Sociais: Desenvolvimento Socioemocional na Infância, um material voltado para psicólogos e profissionais que desejam ampliar sua atuação com base em conhecimento científico.
📘 Para conhecer o material e as informações de aquisição, comente:
INFÂNCIA
Zilda Del Prette
Psicóloga | Especialista em Habilidades Sociais
+40 anos dedicados ao estudo das relações interpessoais
Instituto Del Prette
🌻 Já faz uns dias, mas eu não esqueço.
Depois de perder um gol para a Colômbia, uma criança do Uzbequistão estava chorando na arquibancada. Era o choro de quem sonhou, torceu e sofreu pelo seu time.
E os torcedores colombianos começaram a gritar "Uzbequistão!" para consolá-la.
Eles estavam comemorando uma vitória. Poderiam ignorar. Poderiam provocar. Poderiam transformar a dor do outro em chacota. Mas escolheram a empatia.
E é exatamente isso que o esporte deveria nos ensinar.
Torcer não signif**a odiar quem está do outro lado. Amar o próprio país não exige desprezar o outro. Comemorar uma vitória não implica humilhar quem perdeu.
Quando o patriotismo se transforma em fanatismo, o adversário deixa de ser adversário e passa a ser tratado como inimigo. E aí perdemos algo fundamental da nossa humanidade.
O verdadeiro fair play não acontece apenas entre jogadores. Acontece nas arquibancadas, nas redes sociais, na forma como tratamos quem pensa, sente ou torce diferente de nós.
Talvez essa seja uma das habilidades sociais mais importantes que podemos ensinar às próximas gerações.
E você, o que acha? A empatia deve ter espaço mesmo entre adversários no esporte? Comenta aqui.
Sou Zilda Del Prette, especialista há mais de 40 anos no campo das habilidades sociais e relações interpessoais. Me siga para ampliar com segurança e autoridade sua prática profissional nessa área.
23/06/2026
❤️ Coordenar grupo não é talento. É uma classe de habilidades sociais com 10 comportamentos específicos, aprendidos e treináveis.
E quando algum deles está deficitário, o grupo sente. A coesão cai, a participação diminui e os resultados clínicos enfraquecem.
Nesse carrossel eu destrinchei 10 comportamentos dessa classe para você avaliar o seu próprio repertório como coordenador.
Qual deles você mais precisou desenvolver? Comenta aqui.
E compartilha com um colega que trabalha com grupos terapêuticos.
Zilda Del Prette Psicóloga | Especialista em Habilidades Sociais
+40 anos dedicados ao estudo das relações interpessoais
Instituto Del Prette
❤️ Psicólogo, antes de estruturar qualquer programa de habilidades sociais para crianças, você precisa responder uma pergunta: ela não sabe fazer, sabe mas não faz, ou faz de forma inadequada?
São três problemas diferentes. E cada um pede uma intervenção diferente.
Déficit de aquisição: a habilidade não está no repertório. Você vai ensiná-la do zero com modelação, ensaio comportamental e instrução direta.
Déficit de desempenho: a criança tem a habilidade mas não usa com a frequência esperada. O foco é motivacional. Criar antecedentes e consequências favoráveis e muitas vezes orientar o ambiente, não a criança.
Déficit de fluência: a habilidade aparece, mas a forma está comprometida. Volume de voz, timing, postura, contato visual. O foco é na proficiência, não na frequência nem na motivação.
Confundir esses três tipos é um dos erros mais comuns no THS na infância. A avaliação multimodal e funcional pré-intervenção existe exatamente para isso.
Qual desses três déficits você mais encontra na clínica? Comenta aqui.
Sou Zilda Del Prette, especialista há mais de 40 anos no campo das habilidades sociais. Me siga para ampliar com segurança sua prática profissional e se tornar referência nessa área.
22/06/2026
🌻 A violência contra a pessoa idosa vai muito além da agressão física.
Ela pode aparecer na negligência, no isolamento, no desrespeito, na infantilização, na exclusão das decisões e até no controle indevido da própria vida.
Mas existe uma questão que merece atenção especial dos psicólogos.
Grande parte dessas situações acontece dentro das relações interpessoais.
Quando a escuta desaparece.
Quando a autonomia deixa de ser respeitada.
Quando alguém passa a decidir pelo outro sem consultá-lo.
Quando o cuidado é usado para justif**ar o controle.
Nesse sentido, o Junho Violeta também nos convida a refletir sobre o papel das habilidades sociais na promoção de relações mais saudáveis.
Empatia, respeito, assertividade, comunicação interpessoal e consideração pelos direitos do outro são repertórios fundamentais para prevenir situações de violência e fortalecer a dignidade da pessoa idosa.
Porque envelhecer não reduz direitos.
E cuidar não signif**a controlar.
Signif**a respeitar.
Compartilhe com um colega que leva a sério a sua prática.
Zilda Del Prette Psicóloga | Especialista em Habilidades Sociais
+40 anos dedicados ao estudo das relações interpessoais
Instituto Del Prette
🌻 Psicólogo, criança agressiva não é malvada. E tratar como se fosse é um erro clínico.
A pesquisa mostra outra história. E ela muda completamente o plano de intervenção.
Crianças com comportamento agressivo tendem a interpretar situações ambíguas como ameaça, mesmo quando não são. Isso está documentado em estudos de processamento de informação social. Elas têm repertório restrito de solução de problemas. E a agressão funciona porque produz consequências imediatas.
Isso é o que chamamos de pseudo-competência. Ela consegue o que quer. Mas não é socialmente competente.
E punição não resolve. Ela suprime o comportamento diante do agente punitivo. Mas o comportamento volta. Porque a causa não foi tratada.
A intervenção efetiva é ensinar alternativas comportamentais e mudar o processamento cognitivo da situação. O THS tem evidência robusta para isso. E quanto mais cedo você intervém, maior a responsividade ao tratamento.
Como você costuma explicar isso para os pais quando chegam dizendo que o filho é agressivo, que esse é o jeito dele? Comenta aqui.
Sou Zilda Del Prette, especialista há mais de 40 anos no campo das habilidades sociais. Me siga para ampliar com segurança sua prática profissional e se tornar referência nessa área.
21/06/2026
🌻 Muitas vezes a competência social é vista como algo secundário.
Mas a literatura científ**a mostra exatamente o contrário.
A forma como nos relacionamos influencia amizades, carreira, saúde mental, qualidade de vida e bem-estar.
Desenvolver habilidades sociais não signif**a aprender técnicas para agradar pessoas.
Signif**a construir relações mais saudáveis, produtivas e sustentáveis ao longo da vida.
Você tem investido no desenvolvimento das suas habilidades sociais?
Compartilhe com um colega que leva a sério a sua prática.
Zilda Del Prette Psicóloga | Especialista em Habilidades Sociais
+40 anos dedicados ao estudo das relações interpessoais
Instituto Del Prette
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