Mais uma copa e tudo se fez diferente ❤️
Tuka Bessa
PMAP - Programa Mulher de Alta Performance. Conteúdo transformador e insights todos os dias.
Maturidade emocional para gerenciar amizades 😌
Entrei na personagem 😈👹
Continuo perplexa com tamanho absurdo.
Existe um detalhe que muda tudo nessa conversa e que não coube no vídeo. Quem te diminui em público raramente faz isso por maldade consciente, faz por hierarquia.
Em qualquer grupo humano existe uma disputa silenciosa de posição, e o comentário que te apequena é a forma mais barata de alguém subir um degrau às suas custas.
A psicologia social chama isso de comparação descendente: eu me sinto maior quando te faço menor.
Quando você entende esse mecanismo, o comentário deixa de ser sobre você e passa a ser sobre a carência de quem falou.
Mas tem uma segunda camada. O motivo de algumas frases te atingirem tanto não está em quem falou. Está no que você ainda acredita sobre si mesma. A crítica só fere quando encontra eco interno. Se alguém te chamasse de baixa e você tivesse um metro e oitenta, você riria. Quando dói, é porque uma parte sua ainda concorda. E é exatamente aí que o trabalho de verdade acontece, não na resposta pronta, mas na reconstrução da imagem que você carrega de você.
As três formas do vídeo resolvem o momento, mas é a autoimagem fortalecida resolve a vida.
Se você quer fazer esse trabalho de dentro pra fora, com método e direção, comenta DESPERTAR aqui embaixo que eu te conto o próximo passo.
Vamos falar de um assunto em alta?
Dois milhões de pessoas seguiram um homem em três dias porque ele disse que viu uma nave. E eu não vim falar se era verdade ou mentira.
O que poucas pessoas sabem é que isso não é novo. Carl Jung já documentava nos anos 50 que os picos de avistamentos ao redor do mundo coincidiam com os momentos de maior crise coletiva: o pós-guerra, a Guerra Fria e a ruptura de valores dos anos 60.
Quando as certezas desmoronam, a humanidade olha pro céu, “percebe” a possibilidade de existência extraterrestre e intraterrestre, e vibra em um movimento coletivo para a certeza dessa “suspeita”. Sempre foi assim.
A psicologia tem nome pra isso: locus de controle externo. A tendência humana de buscar fora a explicação para o que dói dentro.
E busca no ex, no governo, no destino, na família e inclusiva em seres inteligentes que estão para além de nós.
Mas me conta nos comentários: você acredita que existe algo além? Está mais inclinada a acreditar em tudo isso, ou tem certeza de que não passa de uma mentira?
Respira comigo?
Uma das coisas que mais me intrigam no comportamento humano é a facilidade com que nos afastamos de nós mesmos. A facilidade com que a consciência é constantemente “sequestrada”.
Uma pessoa passa horas por dia respondendo mensagens, resolvendo problemas, consumindo informações, acompanhando a vida dos outros e pensando no que ainda precisa fazer. No final do dia, a exaustão bate ponto, mas quando para pra descansar, a certeza é uma: esteve ocupada o tempo inteiro, mas quase não esteve em estado de presença.
Uma pessoa pode atravessar o dia inteiro realizando tarefas e ainda assim permanecer completamente desconectada da própria experiência.
O mindfulness me parece interessante justamente porque não propõe uma fuga da realidade. Pelo contrário. É um convite para retornar. Retornar para o único lugar onde a vida acontece: o momento presente.
Quando você presta atenção na própria respiração, no corpo e no ambiente ao seu redor, algo muda. Os problemas não desaparecem. As responsabilidades continuam existindo. Mas você deixa de ser arrastada pelos pensamentos e passa a perceber que eles são apenas pensamentos.
Talvez a paz que tantas pessoas procuram não esteja em algum acontecimento futuro. Talvez ela apareça nesses pequenos momentos em que você finalmente volta para si mesma.
Respira.
Eu li uma frase esses dias e ela não saiu mais da minha cabeça.
Uma mulher perguntou ao universo o que estava impedindo ela de se tornar uma pessoa melhor e de viver uma vida melhor.
E o universo respondeu:
“A crença de que existe algo te impedindo.”
O que mais me chamou atenção não foi a resposta. Foi perceber o quanto nós estamos acostumados a organizar a nossa vida em torno dos obstáculos. A gente fala deles, pensa neles, explica eles e revisita eles tantas vezes que, sem perceber, eles passam a ocupar mais espaço do que os nossos próprios objetivos.
É claro que existem dificuldades reais. Algumas pessoas carregam histórias difíceis, traumas profundos e experiências que deixam marcas por muitos anos. Mas existe uma diferença entre reconhecer uma dificuldade e transformar essa dificuldade na lente através da qual você interpreta toda a sua vida.
Porque a partir do momento em que você acredita que existe algo grande demais entre você e a vida que deseja viver, a sua atenção começa a se organizar ao redor dessa ideia. E aquilo que recebe atenção cresce. Não necessariamente na realidade, mas dentro da sua percepção.
Talvez seja por isso que duas pessoas possam atravessar circunstâncias parecidas e construir histórias completamente diferentes. Enquanto uma passa anos tentando entender por que não consegue avançar, a outra direciona a própria energia para descobrir como avançar apesar daquilo.
No final das contas, a vida raramente pergunta quais obstáculos você encontrou. Ela costuma responder àquilo que você decidiu fazer com eles.
Se isso fez sentido para você, comenta aqui embaixo:
Eu desperto a minha melhor versão.
Eu me lembrava das panicats como mulheres extremamente musculosas, quase inalcançáveis para a realidade da maioria das pessoas.
Afinal, durante anos aquele padrão foi apresentado como um dos corpos mais desejados do Brasil. Só que, olhando a foto hoje, a sensação foi completamente diferente. O corpo que parecia tão distante naquela época hoje parece “mais” comum.
Existe um fenômeno interessante quando o assunto é padrão de beleza: O objeto de desejo precisa permanecer distante. Porque no momento em que muitas pessoas conseguem alcançá-lo, ele perde parte do seu poder simbólico. Então, um novo padrão surge. E esse novo padrão precisa ser: Mais difícil, mais restritivo e mais extremo…..E a corrida recomeça.
O problema é que quem vive perseguindo um padrão móvel está condenado a nunca chegar. Porque a linha de chegada não foi feita para ser alcançada. Ela foi feita para continuar se movendo.
E é por isso que tantas mulheres olham para o próprio corpo e sentem insatisfação mesmo quando estão saudáveis, bonitas e dentro de padrões que há poucos anos seriam considerados excepcionais.
Elas não estão olhando apenas para um corpo. Estão olhando para um conjunto de significados, comparações, cobranças e expectativas que aprenderam ao longo da vida.
E é justamente nesse ponto que a autoimagem se torna tão importante.
Porque existe uma diferença enorme entre cuidar do corpo e viver em guerra com ele.
O corpo não foi criado para ser um projeto infinito de correção. Ele é a ferramenta através da qual você experimenta a vida. Ele carrega as marcas da sua história, das suas escolhas, das suas vitórias e até dos seus processos de cura.
Quando uma mulher aprende a enxergar isso, ela deixa de construir sua relação com o espelho a partir da falta e começa a construí-la a partir da consciência.
Se esse tema faz sentido para você, comenta DESPERTAR que eu tenho um convite especial para te fazer.
Assisti ao vídeo publicado pela mostrando esse momento do Joel Jota e uma coisa me chamou atenção imediatamente: o silêncio.
O vídeo foi postado há um mês, mas coincidentemente, cabe bem para exemplificar assuntos em alta.
Vivemos uma época em que as pessoas sentem uma necessidade quase compulsiva de responder tudo na mesma velocidade em que são questionadas. Como se pensar fosse sinal de fraqueza e como se a resposta rápida tivesse mais valor do que a resposta consciente.
Mas existe uma diferença enorme entre falar e elaborar.
Quando alguém é confrontado por uma pergunta difícil, uma crítica ou uma situação emocionalmente carregada, normalmente o primeiro impulso não é racional. É emocional. O cérebro busca proteção, defesa, justificativa ou ataque. E é justamente por isso que tantas pessoas acabam dizendo coisas das quais se arrependem depois.
A pausa tem uma função psicológica muito interessante. Ela cria um espaço entre o estímulo e a resposta. E é dentro desse espaço que mora a maturidade emocional. Não porque a pessoa deixou de sentir alguma coisa. Mas porque ela escolheu não ser conduzida automaticamente pelo que sentiu.
Talvez seja por isso que o silêncio incomode tanto algumas pessoas.
Ele exige reflexão.
E reflexão exige autocontrole.
No final, a qualidade da sua vida, dos seus relacionamentos e até dos seus resultados profissionais depende muito menos do que acontece com você e muito mais da forma como você responde ao que acontece.
E algumas das melhores respostas da vida começam com uma pausa.
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