26/04/2026
Oie! Vamos falar de uma temática bem importante?
Já salva esse post para consultar depois! 💚 Em um mundo repleto de telas, algoritmos, excesso de informação e conteúdos que disputam nossa atenção o tempo todo, educar também significa ensinar crianças, jovens e adultos a lerem criticamente o que consomem!
Isso envolve aprender a verificar fontes, reconhecer interesses por trás das mensagens, compreender como plataformas influenciam o que vemos e criar conteúdos com ética, intenção e responsabilidade.
Na escola e em casa, a educação midiática não começa pela proibição, mas pela mediação: conversar, perguntar, analisar, comparar e construir repertório.
Educar para o digital é formar pessoas capazes de interpretar, criar e participar da cultura digital com mais autonomia, consciência e pensamento crítico.
📲 Compartilhe com educadores, famílias e pessoas que também pensam o futuro da educação.
03/02/2026
No fim, é muito mais do que trabalho. É propósito mesmo (ainda que esse termo soe meio clichê).
Professores sempre foram as maiores inspirações da minha trajetória e eu sempre soube que trabalharia na Educação por causa deles. Hoje, minha atuação é para que estejam amparados diante de um mundo que inova e se transforma a cada instante. É muito mais do que disponibilizar recursos em salas de aula, é sobre capacitar quem educa para então liberar um destino consciente para quem aprende, principalmente diante do contexto atual globalizado e dominado por tecnologias. O futuro (ou melhor: o presente) é digital, tecnológico, midiático, robótico... e ainda assim: humano!
Vamos juntos nessa! 💚👩🏻🏫
28/01/2026
Telas & infância: temática muito discutida e sempre pertinente, né?
Vamos lá! Telas não “derretem” cérebros, mas podem moldar (e muuuuito) a forma como uma criança aprende a sustentar atenção, regular emoções e principalmente tolerar o TÉDIO.
A questão não é demonizar a tecnologia: é entender o que a tela está substituindo, entende? Se entra no lugar do sono, do brincar livre, do movimento e da conversa com adultos, o cérebro em desenvolvimento perde justamente os treinos que mais precisa para amadurecer.
Aqui que o efeito aparece no cotidiano: irritação quando desliga, dificuldade de focar no que é lento, ansiedade por estímulo constante.
O ponto, então, é trocar a pergunta “tela faz mal?” por perguntas mais intencionais: qual tela, quanto tempo, com que conteúdo e com qual mediação? Quando há limites, propósito e presença adulta, a tela vira uma super ferramenta!
11/01/2026
Desbravar a BNCC da Computação tem sido uma grande aventura! 💚
Atuar como conteudista nessa fase profissional tem me proporcionado uma experiência especialmente interessante porque exige ir muuuuito além da teoria: compreender a lógica do documento, suas intenções formativas, os conceitos de pensamento computacional, cultura digital e tecnologia… A partir disso pensar como todo o conteúdo se transforma em material prático, atividade criativa, orientação intencional e experiência REAL de aprendizagem!
A BNCC da Computação provoca, desafia e é de fato um grande apoio e uma fonte de inspiração para o meu trabalho. Ela exige leitura cuidadosa, interpretação crítica e decisões conscientes sobre o que ensinar, o porquê de ensinar e como ensinar em um cenário educacional atravessado por tecnologia o tempo todo.
Por isso, desenvolver e estruturar bons conteúdos é um grande exercício de propósito: dar forma ao que o documento propõe e garantir que isso chegue na prática com sentido, intencionalidade e possibilidade real de acontecer. Essa tem sido a parte mais desafiadora (e mais valiosa) da jornada.
05/01/2026
Leonardo da Vinci é um dos melhores lembretes de que curiosidade não é capricho, é potência. 🍀 Antes de ser pintor, engenheiro ou inventor, ele foi um observador incansável do mundo, alguém que tratava cada fenômeno como um convite: a anatomia de um corpo, o desenho de uma asa, o caminho da água, a geometria da luz, o comportamento das sombras. A genialidade, nesse sentido, não aparece como um “mistério” que cai do céu, mas como consequência de uma postura: a de não atravessar a vida no modo automático. Leonardo olhava como quem precisa entender, como quem não se satisfaz com a superfície como resposta.
Chamar a curiosidade de dádiva é reconhecer justamente isso: ela é uma energia rara que empurra o ser humano para além do que já sabe, para além do que já domina, para além da preguiça intelectual que nos faz repetir fórmulas e opiniões herdadas. É dádiva porque amplia a experiência de mundo: quem é curioso vive mais de uma versão da realidade, habita mais de uma linguagem, percebe camadas que outros ignoram. E é dádiva porque protege contra o dogmatismo, contra o fechamento, contra a arrogância de achar que um único repertório explica tudo.
Leonardo não separava o conhecimento em gavetas estanques, transitava entre campos como quem reconhece que a realidade é uma só, apenas observada por ângulos diferentes. O que hoje se chamaria de transdisciplinaridade, nele era instinto: desenhar era estudar; estudar era criar; criar era investigar.
Essa é a grande lição: curiosidade não é só vontade de aprender, é um modo de existir, um compromisso silencioso com a pergunta bem feita, com a observação paciente, com a coragem de não ter respostas imediatas. No fim, a curiosidade é dádiva porque mantém o pensamento vivo! ⭐️
05/01/2026
Meu último livro lido em 2025 e muuitos aprendizados! 🍀
Em “Cointeligência”, o autor nos instiga a interagir com a IA como colega de trabalho, professora e mentora. Ele avalia o impacto profundo dessa tecnologia nos negócios e na educação por meio de dezenas de exemplos, e demonstra o que significa pensar e trabalhar junto de máquinas inteligentes e por que é fundamental que dominemos essa habilidade.
Temos o desafio de utilizar o enorme poder da Inteligência Artificial sem perder nossa identidade, de aprender com ela sem nos deixarmos ser enganados e de cultivar seu potencial para alcançar um futuro melhor para a humanidade.
F**a aqui a indicação, porque foram para mim reflexões muito preciosas! 💚
05/01/2026
Educação midiática não é alfabetização técnica!
Aprender a navegar em aplicativos e sites, fazer bom uso de redes sociais, identificar botões, configurar privacidade, saber abrir um e-mail sem cair em golpes... tudo isso importa, claro, mas é periférico. O centro da questão é outro: educação midiática é uma competência cognitiva e emocional para pensar em ambientes feitos para capturar atenção, reduzir nuance, acelerar julgamento e transformar percepção em hábito. Não se trata do domínio da ferramenta, e sim do DOMÍNIO DE SI MESMO diante da ferramenta.
Pensar criticamente sob estímulo é uma habilidade rara porque o ecossistema digital não foi desenhado para favorecer o pensamento. Ele foi desenhado para favorecer a continuidade: mais um vídeo, mais um post, mais um alerta, mais uma indignação, mais uma confirmação do que eu já acredito (porque o algoritmo quer me agradar). O feed não é apenas uma sequência de conteúdos, é um ambiente de condicionamento, em que o cérebro aprende, sem perceber, quais emoções rendem recompensa rápida: certeza, revolta, desejo, medo, comparação, pertencimento. Quando a recompensa é imediata, o pensamento mais lento vira um custo... a dúvida incomoda, a pesquisa dá trabalho e a pausa parece perda de tempo.
No fim, educação midiática é uma educação para a autonomia, muito mais do que para “usar ferramentas”, mas principalmente para entender como as ferramentas nos usam quando não percebemos. Ela não cria pessoas “imunes” a erro, cria pessoas capazes de revisar opinião sem colapsar identidades, capazes de sustentar dúvida e de distinguir popularidade de credibilidade. Em um mundo que premia velocidade, pensar criticamente sob estímulo é um ato de maturidade intelectual e, cada vez mais, um requisito básico de sobrevivência e resistência cultural.
Educação midiática é isso: educar para a manutenção do pensamento próprio e consciente em um ambiente poderoso que lucra com nossas reações automáticas, com a atenção capturada e com decisões tomadas no impulso, antes que a reflexão tenha tempo de acontecer.