a Neto estava a ouvir James Blunt .
I am a dreamer and when I wake,
You can't break my spirit - it's my dreams you
take.
And as you move on, remember me,
Remember us and all we used to be
I've seen you cry, I've seen you smile.
I've watched you sleeping for a while.
I'd be the father of your child.
I'd spend a lifetime with you.
I know your fears and you know mine.
We've had our doubts but now we're fine,
And I love you, I swear that's true.
I cannot live without you.
Goodbye my lover.
Goodbye my friend.
You have been the one.
You have been the one for me.
And I still hold your hand in mine.
In mine when I'm asleep.
And I will bare my soul in time,
When I'm kneeling at your feet
As minhas pesquisas
Visa criar uma sociedade sem problema e com grandes qualidades de vivencia sò assim vamos marcar a diferença entre os paìses vizinhos...
Um negócio que não produz nada além de dinheiro é um negócio pobre., Henry Ford
Amor é aquilo que f**a numa relação quando se prescindiu de todo o egoísmo., Cullen Hightower
Uma mulher bonita não é aquela de quem se elogiam as pernas ou os braços, mas aquela cuja inteira aparência é de tal beleza que não deixa possibilidades para admirar as partes isoladas.,
Se fores paciente num momento de ira, escaparás a cem dias de tristeza.,
Não se diz «quando/se nós irmos; quando/se eles irem; quando/se eu ir.
• Diz-se «quando/se nós formos; quando/se eles forem; quando/se eu for.
• Porque neste caso, «quando» indica uma possibilidade e «se» indica uma dúvida, sendo assim, o modo que indica estas características é o modo «conjuntivo», o verbo «ir» no modo «conjuntivo» tempo «futuro simples», conjuga-se desta forma:
• Quando/se eu for; quando/se tu fores; quando se ele for; quando/se nós formos; quando/se vós fordes; quando/se eles forem.
• É erradíssimo conjugar mós desta forma «quando/se eu ir...»
• Exemplo: Mãe, quando eu for à casa do tio, dar-te-ei toque. Amigos, se vocês forem à escola ver as pautas, dêem-me sinal no facebook (formas corretas).
• Mãe, quando eu ir à casa do tio, dar-te-ei toque. Amigos, se vocês irem à escola ver as pautas, dêem-me sinal no facebook (formas incorretas).
Espero que você goste:
Memórias antigas parecem mais vivas do que as lembranças recentes.
Às vezes, palavras nos calam! Silêncio nos ensina a falar! Uma lágrima nos ensina a sorrir! Uma perda nos ensina a ganhar! E a saudade nos mostra que não podemos viver sem amigos!
Definição
Déjà vu pode-se descrever como uma
sensação desencadeada por um fato
presente que faz com que quem o sofra lhe
pareça estranhamente que já presenciara
aquela específ**a situação, quando, em
verdade, não o fizera. Sabe-se que nossa
memória às vezes pode falhar; nem sempre
consegue-se distinguir o que é novo do que
já era conhecido. Eu já li este livro? Já
assisti a este filme? Já estive neste lugar
antes? Conheço esse sujeito? - essas são
perguntas corriqueiras de nossa vida. No
entanto, essas dúvidas não são
acompanhadas daquele sentimento de
estranheza que é indispensável ao verdadeiro
déjà vu. Eu posso até me sentir um pouco
confuso, ou indeciso, ou triste por sentir que
minha memória já não tem a limpidez de
outros tempos, mas isso é natural; o
sentimento associado ao déjà vu clássico não
é o de confusão ou de dúvida, mas sim o de
estranheza. Não há nada de estranho em não
lembrar de um livro que se leu ou de um filme
a que se assistiu; estranho (e aqui entra-se
no déjà vu ) é sentir que a cena que parece
familiar não deveria sê-lo. Tem-se a
sensação esquisita de estar revivendo
alguma experiência passada, sabendo que é
materialmente impossível que ela tenha algum
dia ocorrido. Em psiquiatria o termo é
utilizado para ilustrar pacientes que repetem
comportamentos compulsivamente
Transtorno Obsessivo Compulsivo , na
tentativa de sentir novamente as mesmas
sensações já experimentadas [1] . Mas, o que
é mais intrigante nesta questão é o fato do
indivíduo poder, nestas circunstâncias,
experimentar esta estranha sensação de já
ter vivenciado o que lhe ocorre, e além disso,
também poder relatar (antes de uma
observação) quais serão os acontecimentos
seguintes que se manifestarão nesta sua
experiência. [2]
No entanto, sabe-se que o uso pode mudar o
signif**ado das palavras, seja para ampliá-
lo, seja para restringi-lo. Embora se possa
lamentar algumas dessas mudanças (nos
casos em que se gostasse mais do
signif**ado primitivo, originário), é preciso
ver, nesse processo de mutação semântica,
um fator extremamente benéfico e
enriquecedor do idioma. Colocando em termos
bem concretos: os dicionários engrossam não
apenas pelos novos vocábulos que entram no
léxico, mas também (e principalmente) pelos
novos signif**ados que são acrescidos aos
verbetes já existentes. Quando a expressão
déjà vu saiu das publicações especializadas
em neurologia e psicologia para entrar na
imprensa comum, o público, atraído por sua
tradução literal ("já visto"), passou a usá-la
para designar aquelas situações em que a
pessoa tem a sensação de estar vivenciando
algo que lhe parece familiar. Pode parecer
ironia, mas a expressão que a linguagem
técnica associa à estranheza passou, na
linguagem usual, a indicar familiaridade. É
nesse sentido que escreveu um conhecido
comentarista político: "Assistir à instalação
na nova CPI trouxe-me uma triste sensação
de déjà vu " -, um lamento que equivale à
forma popular "eu já vi esse filme".
Os especialistas reagem contra a limitação
do "vu", que restringiria ao mundo do que
pode ser "visto", e já soltaram por aí formas
paralelas que fariam referência mais
específ**a aos vários tipos de situação: "déjà
vécus" ("já vivido"), "déjà lu" ("já lido"), "déjà
entendu" ("já ouvido"), "déjà visité" ("já
visitado") - o que pode um dia acarretar um
"déjà mangé" ("já comido") ou um "déjà
bu" ("já bebido"). [3]
Aprendi algo hoje.
7. O homem justo se preocupa em saber as necessidades e direitos dos pobres mas o perverso não se importa com essas coisas.
8. Os irresponsáveis armam confusões por toda parte, mas os sábios procuram ajudar os outros a viver em paz.
9. Discutir com um tolo irresponsável não adianta nada! O resultado é sempre o mesmo: ou ele f**a furioso ou zomba do que você diz.
10. Os homens violentos odeiam o homem sincero e bondoso, mas os justos procuram proteger a vida desse homem que é um exemplo para eles.
11. O irresponsável explode em grito! quando está furioso; o homem de bom senso controla seus nervos e suas reações.
13. Numa coisa ricos e pobres são iguais; a luz que ilumina a ambos foi dada por Deus.
15. A criança que é corrigida com umas palmadas aprenderá a se comportar direito. A criança que sempre faz o que quer faz seus pais passarem vergonha em público.
16. Quando as autoridades são mentirosas e desonestas o povo também será mentiroso e desonesto.
17. Castigue seu filho quando for necessário e você sempre terá uma vida tranqüila e feliz.
19. Para corrigir o rebelde, você precisa algo mais do que simples palavras, porque ele não leva o que você diz a sério.
21. Se você dá muitas vantagens a um empregado, depois de algum tempo ele vai querer ser tratado como um filho, com direito à herança.
24. O homem que esconde um ladrão das autoridades está fazendo mal a si mesmo; acabará sendo condenado ao mesmo castigo que o ladrão!
25. Quem tem medo das reações dos homens faz planos mentirosos para escapar; quem confia em Deus vive tranqüilo pois sabe que está bem protegido.
26. Você quer ajuda para vencer na vida? Não vá pedir favores às autoridades! Peça a Deus ajudar você a ser justo.
27. Os justos odeiam a maldade dos perversos. Os perversos odeiam a justiça dos justos.
(Provérbios, 29)
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