Joana de Vivre

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Uma miúda que decidiu combinar o seu amor pela fotografia com a sua necessidade de escrever sobre t

11/07/2025

Por vezes não conseguimos (ainda) ver grandes mudanças no exterior, porque elas estiveram a acontecer primeiro no interior.

É só uma questão de tempo até o fora refletir o dentro.

Essa é a real mudança - a de dentro para fora.

Qual seria a tua resposta?

Photos from Joana de Vivre's post 05/06/2025

O novo matcha bar do é a minha desculpa preferida para ir a Lisboa 💚🍵

Photos from Joana de Vivre's post 11/05/2025

31 and it keeps getting better 🚀

Photos from Joana de Vivre's post 15/04/2025

Deixei um bocado de mim em Boston. Prometo voltar para o ir buscar 💘

Photos from Joana de Vivre's post 10/04/2025

🫶🏻

Photos from Joana de Vivre's post 07/04/2025

NYC was just what I needed ❤️🇺🇸

22/03/2025

A espiritualidade, tal como tem sido escrita, ensinada e institucionalizada, foi moldada maioritariamente por vozes masculinas.

Todos nós, quando pensamos em líderes espirituais, temos inevitavelmente uma imagem masculina na mente: Buddha, Jesus Cristo, Ghandi, ou até mesmo filósofos da antiga Grécia…

A jornada espiritual feminina tem sido, durante séculos, silenciada, marginalizada ou moldada para caber nos contornos do patriarcado. Mas ela existe. E é selvagem, cíclica, encarnada, fluida, visceral e profundamente intuitiva.

Homens e mulheres não fazem, nem devem fazer, o mesmo percurso na sua jornada espiritual. E, por isso, torna-se limitativo seguir o caminho dos grandes líderes espirituais da nossa história - e até da nossa atualidade.

Enquanto a jornada espiritual masculina tende a seguir o caminho da transcendência — subir, iluminar, desapegar, silenciar —, a jornada espiritual feminina segue o caminho da descida. Ela não foge da carne, do sangue, das emoções, da sombra. Ela encarna o divino no corpo, nas relações, no prazer, na criação.

Enquanto o masculino busca o “céu”, o feminino desce à “terra” — e santifica-a.

A jornada masculina muitas vezes visa transcender o corpo. A mulher desperta através do corpo — pelo movimento, pela sexualidade sagrada, pelo parto, pela menstruação, pelo toque.

Abdicar disto é abdicar de ser mulher por inteiro.

Muitos mestres espirituais retiraram-se do mundo. A mulher espiritual não se retira — ela ama, nutre, dança, sofre e renasce nas suas relações. A cura dela passa pelo espelho do outro.

A mulher não teme o escuro. Ela mergulha nele para parir luz.

A espiritualidade feminina é feita de feridas que se transformam em sabedoria, de prazer que se torna portal, de lágrimas que se tornam oferenda divina 💫

Photos from Joana de Vivre's post 06/03/2025

🦋👑

02/03/2025

💫

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