23/06/2015
Fazendo crochet de arame farpado
Bem-vindos! Somos alunos do 1º ano do curso de Design de Comunicação e apresentamos com esta página o Projeto Re-Vês, sobre o Bairro de Campo de Ourique.
23/06/2015
Fazendo crochet de arame farpado
Marta a evacuar o espaço de maquete, a semana passada
23/06/2015
Atribulada maquete
22/06/2015
Está quase!
17/06/2015
SAÍDA DE EMERGÊNCIA | NOVO PROJETO | REVÊS
17/06/2015
SAÍDA DE EMERGÊNCIA,
O NOSSO MAIS RECENTE PROJETO
BREVEMENTE
13/06/2015
Apresentamos o calendário do novo ciclo, dedicado à cidade de Lisboa e aos seus moradores. F**a também a sinopse dos dois primeiros documentários:
Lisboa no Cinema
Manuel Mozos
1994, 54m
Documentário realizado por Manuel Mozos, tem como tema central a forma como Lisboa tem surgido retratada no cinema português.
Intercalando imagens de filmes com imagens de Lisboa e entrevistas a cineastas e intelectuais sobre Lisboa, é um exercício cinematográfico a ver com atenção.
Os Cacilheiros
Pedro Sena Nunes
2002, 25 m
Este olhar poético sobre Lisboa habita entre o rio e o mar. As duas margens do rio Tejo estão ligadas continuamente por um barco: o cacilheiro. Neste contínuo, a história repete-se e cada recomeço ajuda-nos a sonhar, deixa-nos um espírito flutuante, preso por fios entrelaçados. Esta história propõe a distância como o anjo de todos os perigos.
07/06/2015
A nova edição de Ceci n'est pas gourmet já saiu! Esta é uma dupla edição sobre dois dos projectos que temos vindo a desenvolver - o nosso livro de bairro "Pronto a vestir" e o filme "Passa a outro e não ao mesmo"
04/06/2015
Depois de uma direta continuamos finos !
29/05/2015
"Passa a outro e não ao mesmo"
Re-vês apresenta o bairro de Campo de Ourique, com um olhar atento e preocupações que foram surgindo ao longo do percurso de trabalho. Qual o activo papel da rotina neste espaço? Como é que se perpétua algo que é tão próprio e conformista, que chega a ser difícil de aceder? O que é que dá vida ao bairro? Depois de tudo isto, estamos de dentro, ou de fora? O que é que há depois? Quando é que lá chegamos?
"Passa a outro e não ao mesmo" Filme sobre o bairro de Campo de Ourique, visto e pensado pelo grupo Re-vês. Design de Comunicação, Faculdade de Belas-Artes UL.
26/05/2015
Potlatch. Dar. Já não é só coisa dos índios americanos do Pacífico Norte. Nós, mergulhadores de bairro e capturadores de partículas de luz, também partilhamos com a nossa tribo objetos afetuosos de valor simbólico que nos transportam para cada um dos territórios ou, como nós lhes chamamos, bairros. Com estes objetos sentimos as pessoas, o ambiente, os costumes, as vivências, os sentimentos e a relação que cada um estabelece com o bairro em que mergulha.
Oferecemo-vos luz.
No nosso bairro todos nos falam da luz. Ora o Vasco que nos fala dela “assim num dia de sol com uma temperatura amena, voltar para Campo de Ourique é idílico.”, ora a Ema e a tia Olga que nos dizem “toda a gente fala da luz de Campo de Ourique, a luz se não tivesse um chão branco não era a mesma (…) é das poucas coisas que fazem um bairro único.” e ainda é muito apreciado pelos lagartos que apanham sol no jardim, desde os mais preguiçosos que se contentam com o sol na pele aos que ao primeiro raio já passeiam o cão.
Da primeira não, não se sabe, mas da segunda vez que lá se vai fica-se atento, da terceira entende-se, da quarta, quando são 5h da manhã e se vê o nascer do dia minutos depois de se mergulhar na fonte do Jardim da Parada, já se sente.
Esta ideia surgiu com o deambular pelo bairro, com a troca de palavras (aqui e acolá), os instantes que a máquina não captou foram desenhados segundo o traço e as definições da objetiva de cada um, assim à semelhança de uma máquina fotográfica, a nossa córnea foca a luz através da pupila para a retina, como se fosse uma lente fixa no nosso globo ocular. Os registos que se observam nas lâmpadas demonstram quatro olhares sobre Campo de Ourique, focando os espaços e os detalhes que mais nos tocam individualmente. Automaticamente fazemos zoom a esses e em pestanejares capturamos o momento (sem disparar flash).
Somos de metáforas. Queremos que os outros sintam o nosso bairro como nós o sentimos. Não os vamos levar lá (ainda). E se não vão a Campo de Ourique, trazemos Campo de Ourique até vocês. Os registos só podem ser devidamente vividos quando a lâmpada é acesa ou recebe luz (resultado da experiência que constatámos mais tarde) de modo a que estes sejam projetados à nossa volta, arrastando-nos para dentro do bairro.
Os bilhetes baseiam-se em testemunhos, pequenos momentos que ficaram registados na nossa memória de conversas. Estão associados ao sitio desenhado, bem como as ruas nomeadas.
Por fim, o packaging foi pensado pela fragilidade do objeto. As caixas foram embrulhadas com o papel usado para embrulhar os bolos, retirado de uma das bancas do mercado.
26/05/2015
Ceci n'est pas gourmet, ou jornal de bairro - c'est la même chose.
A nossa proposta foi alvo de várias e profundas alterações desde o início. Começamos por construir algo que se mostrou muito complexo (vê a primeira maquete), partindo desta e tendo em conta as condicionantes do projeto a proposta foi reformulada e simplificada, não abdicando das nossas intenções. Quanto ao conteúdo, este não foi sofrendo alterações, uma vez que definimos bastante bem quais seriam as informações a pôr nesta primeira “edição” do jornal. Inspirámos, a nossa edição na revista dadaísta MERZ, mas fizemos também uma pesquisa mais alargada, pelo que criámos um jornal com uma organização inspirada no livro – Arte Concreta 5 — Design by Bruno Munari. MAC bulletin, 1952.
Mais sobre todo o processo aqui:
https://webourique.wordpress.com/2015/05/05/ceci-nest-pas-gourmet-1/