26/09/2021
Oficina das Letras
A Oficina das Letras presta uma vasta gama de serviços como traduções, interpretação e revisões linguísticas, produção de conteúdos e formação.
SOBRE
A Oficina das Letras existe desde janeiro de 1995 e tem já uma vasta experiência em traduções, interpretação e revisão documental. Mas como sempre esteve ligada à comunicação, torna-se essencial o alargamento da sua oferta a áreas tão atuais como as redes sociais, por isso desde há algum tempo que se dedica também à produção de conteúdos originais e pertinentes para sites empresariais, blogs
26/09/2021
3. O ensino vai ser muito mais digital? Depois de semanas, talvez meses, a estudar em casa em frente a um computador, a um tablet ou telemóvel, os alunos voltarão a sentar-se na sala de aula de manual, caderno e caneta à frente, ouvindo o professor a dar a matéria? E os docentes que experimentaram novas ferramentas de partilha, atribuição de trabalhos, muitos deles diferentes do tipo de exercícios que estavam habituados a pedir, ficarão rendidos às possibilidades oferecidas pelas novas tecnologias? “Quem se habitua a trabalhar com determinadas ferramentas, dificilmente volta atrás”, assegura Vítor Bastos, um professor de Geografia que, após o fecho das escolas, decidiu criar no Facebook uma plataforma de apoio em e-learning. Estava à espera de 100 ou 200 registos, em poucos dias juntaram-se 20 mil professores. “Esta crise vai alterar o paradigma do ensino. Logo à partida, vai recuar aquela corrente que estava a ganhar adeptos no sentido de afastar os telemóveis da escola. As pessoas percebem que têm nesse e noutros dispositivos uma ferramenta que pode auxiliar a aprendizagem e ser até um fator de motivação para alguns alunos”. Em tempo algum o ensino à distância substituirá a ida à escola. Mas as suas estratégias e tecnologias vão entrar cada vez mais na sala de aula. I.L.
4. Haverá uma maior valorização da ciência? Mais do que nunca, esta pandemia tornou evidente a importância de ouvir os peritos, havendo um “retomar da confiança” nos especialistas e na evidência científica. “Os movimentos antivacinas ou em prol de terapias alternativas saem muito prejudicados disto. Em tempos de crise, as pessoas voltam-se para os especialistas, para a ciência, que oferece mais garantias que outros sistemas de conhecimento”, afirma Ana Delicado, socióloga do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. “Se calhar, há três meses, poucas pessoas saberiam o que é um epidemiologista ou virologista”, diz. Agora, estes especia-listas tornaram-se figuras centrais. A imagem das profissões ligadas à ciência e à saúde até é bastante positiva em Portugal, mas deverá sair “reforçada” desta crise. Contudo, defende a socióloga, não deverá haver um aumento da procura de formação nestas áreas, como aconteceu com as ciências forenses devido ao sucesso de séries televisivas de investigação criminal. “Bastantes alunos formados em medicina já enveredam por carreiras de investigação. E se há área científica que tem instituições de topo em Portugal é a das ciências da vida e da saúde.” R.A. in Expresso dia 28 de março
08/02/2020
Explicações de Português
30/07/2019
São uma das maiores obras de Almada e estiveram praticamente inacessíveis – até agora As gares marítimas de Alcântara e da Rocha Conde D’Óbidos vão passar a estar abertas ao público no último fim de semana de cada mês, já a partir deste sábado e domingo, dias 27 e 28. É lá que estão os bonitos painéis de Almada Negreiros
12/07/2019
10 Benefits of Reading: Why You Should Read Every Day If you're one of countless people who don't make a habit of reading regularly, you might be missing out: here're the most significant benefits of reading you must know.
26/06/2019
Dornes: a mítica aldeia do fim do mundo - E-Konomista Dornes é uma vila típica, cheia de encantos e atrativos naturais e históricos. Envolta pelo rio Zêzere, é um lugar cheio de misticismo e ideal para férias.
20/06/2019
Carta ao aluno que não lê "Os Maias" O escritor Afonso Reis Cabral, trineto de Eça de Queirós, escreveu para a VISÃO uma carta aos estudantes sobre o "calhamaço" publicado há 130 anos e ensinado nas nossas escolas. "Vês como respira? Como precisa de ti para sobreviver?"
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