Escola Sabatina Jovem - IASD Sudoeste

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Photos from Escola Sabatina Jovem - IASD Sudoeste's post 08/07/2017

E o Sábado acabou assim na Igreja do Sudoeste...
Feliz Semana!!

Photos 09/04/2016

[Lição 3 Sábado] - 09/04

O SERMÃO DA MONTANHA

“Quando Jesus acabou de dizer essas coisas, as multidões estavam maravilhadas com o Seu ensino, porque Ele as ensinava como quem tem autoridade, e não como os mestres da lei” (Mt 7:28, 29).

Prévia da semana: O Sermão do Monte pode ser visto como uma constituição do reino de Deus. Nele, encontramos os princípios básicos que regulam o reino e um mapa para a viagem de seus cidadãos. Descobrir os princípios e viver por meio deles é o desafio enfrentado pelos seguidores de Jesus.

09/04/2016

[Lição 2 Sexta] - 08/04

SAIA DAS TREVAS

O objetivo da vinda de Cristo a este mundo e de Seu ministério foi a salvação do ser humano. O tempo que Ele passou na região de Zebulom e Naftali testifica o cumprimento da profecia de Isaías 9:1-7. Sua compaixão, sinceridade, honestidade e preocupação pelas pessoas, independentemente da etnia delas, status social ou cor, mostrou a todos que Ele tem poder para transformar a vida daqueles que O aceitam.

Os sofrimentos, conflitos e desilusões dos habitantes de Zebulom e Naftali os levaram a encontrar em Jesus a cura física, mental e espiritual. Eles aprenderam que nada é impossível para o Filho de Deus.

Frequentemente somos tentados a duvidar das promessas de nosso Salvador e Senhor. Negligenciamos passar momentos a sós com Ele a fim de receber instruções vitais e necessárias para nossa vida cotidiana. Esquecemo-nos de que Jesus tem poder para nos socorrer, seja qual for a situação. Ele passava diariamente momentos a sós com Seu Pai celestial. Buscava nEle orientação e força para ajudar as pessoas e resistir às tentações do inimigo. Nossa tendência, muitas vezes, é nos afastarmos de Seu exemplo. Permanecemos sozinhos, desprotegidos. Tentamos lidar com a adversidade e opressão por nós mesmos, mas ficamos desanimados e fragilizados pelo domínio do pecado em nossa vida.

Porém, Jesus não nos deixa sem esperança. Por meio do Seu sacrifício, obtemos o perdão dos nossos pecados. Arrependidos e regenerados, podemos continuar a carreira cristã. Ele nos assegura a vitória contra as hostes do mal se confiarmos inteiramente nEle. Além disso, Jesus ama a todos.

Na região de Zebulom e Naftali, “o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz” (Mt 4:16). A Terra Prometida está cada vez mais próxima. Permaneça no caminho iluminado, Jesus, a “luz do mundo”. Somente Ele pode lhe conceder a paz “que excede todo o conhecimento” (Fp 4:7), a paz que advém da segurança de que nossa vida será continuamente transformada segundo o plano divino.

Brilha em mim, Senhor Jesus!

MÃOS À OBRA

• Inicie um ministério em sua escola, no seu trabalho ou em sua igreja (serviço voluntário, estudo bíblico, grupo de oração, uma página no Facebook, etc.).

• Separe tempo para estudar mais profundamente o livro de Mateus neste trimestre. Peça que o Espírito Santo ilumine e conduza você.

• Disponha-se a, cada dia, ajudar alguém. Procure “iluminar” a vida das pessoas, demonstrando amor, compaixão e bondade. Pode ser, até mesmo, um simples sorriso ou um abraço. Compartilhe sua experiência com a classe.

• Reflita sobre o nascimento, vida e morte de Jesus. Ellen G. White escreveu: “Bom seria passar cada dia uma hora de reflexão, recapitulando a vida de Jesus da manjedoura ao Calvário.”* Isso pode ser difícil para muitos de nós que temos agendas apertadas, mas se passássemos ao menos alguns minutos por dia meditando no que Ele fez e tem feito por nós, poderíamos revigorar nossa fé e vivificar nosso amor.

• Inclua num programa da Escola Sabatina alguns hinos sobre a morte e ressurreição de Cristo (veja o índice temático do Hinário Adventista).

09/04/2016

[Lição 2 Quinta] - 07/04

A TENTAÇÃO

Nos anos 70, Flip Wilson, comediante americano, inventou a expressão “o diabo me fez fazer isso”. Ela se tornou tão popular que as pessoas a repetiam para qualquer situação ou pessoa com quem estivessem. Geraldine Jones, famosa personagem criada por Flip Wilson, era conhecida por entrar em situações que a levavam a proferir essa frase. Parecia não haver tentação da qual ela pudesse escapar.

Assim como Geraldine, nós também enfrentamos tentações diariamente. Pode ser aquele desejo de “colar” em um exame, proferir mentiras aparentemente inocentes ou tantas coisas mais. Como podemos evitar isso?

Jesus, nosso Advogado, foi exposto às mais cruéis tentações. Imagine quão difícil deve ter sido suportar todas aquelas injúrias, provocações e sofrimentos, quando Ele sabia que tinha poder para destruir Seus inimigos. Quando nos afastamos de Cristo ficamos mais vulneráveis e nos tornamos mais propensos a ser derrotados pelas tentações. Precisamos suplicar a Deus diariamente: “Livra-nos do mal” (Mt 6:13).

Reconheça que você mesmo não tem poder sobre a tentação. A cada instante devemos nos submeter a Deus a fim de resistir às ciladas do diabo. Quando você tem a certeza de que é um filho de Deus, o inimigo fugirá de você. Lembre-se de que a tentação em si mesma não é pecado, mas pecado é se render a ela.

“Portanto, submetam-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês. Aproximem–se de Deus, e Ele Se aproximará
de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida,
purifiquem o coração” (Tg 4:7, 8).

Liste suas maiores tentações. Seja honesto consigo mesmo sobre isso! Considere que cada tentação atua de maneira diferente. Então, defina um plano para enfrentar particularmente cada uma dessas tentações.

Viva a Palavra. Você dorme e se alimenta todos os dias, trabalha
e se encontra com amigos diariamente. Mas você gasta tempo lendo e estudando a Bíblia? Como você pode planejar sua agenda de tal maneira que tenha tempo para estudar a Palavra de Deus? Isso o manterá forte para resistir às ciladas do inimigo.

MÃOS À BÍBLIA

“Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos Céus” (Mt 4:17). Exatamente como João, Jesus começou Seu ministério com um chamado ao arrependimento. Ele conhecia, como João, a condição caída da humanidade e a necessidade de que todas as pessoas se arrependessem e chegassem ao conhecimento de Deus.

6. Leia Mateus 4:17-22. O que esse texto nos diz sobre a entrega total envolvida no chamado de Jesus?

Esses homens se aproximaram de Jesus de Nazaré e pediram permissão para passar algum tempo com Ele (ver Jo 1). Era assim que aquela cultura funcionava: os homens se aproximavam de um rabi e pediam permissão para segui-lo. Mas era o rabi que tomava a decisão final sobre quais seriam seus discípulos. E quando o rabi pedia que alguém fosse seu discípulo, esse era um momento muito emocionante.

06/04/2016

[Lição 2 Quarta] - 06/04

TESTEMUNHA OCULAR

O evangelho de Mateus contém um registro “ocular” do ministério de Jesus.

Uma visão da natureza desse ministério também foi dada a Ellen G. White. Ela escreveu: “Para a tarefa de levar avante Sua obra, Cristo não escolheu os doutos nem os eloquentes do Sinédrio judaico ou do poder de Roma. Passando por alto os ensinadores judaicos cheios de justiça própria, o Mestre por excelência escolheu homens humildes, iletrados, para proclamar as verdades que deviam abalar o mundo. Ele Se propôs a preparar e educar esses homens para dirigentes de Sua igreja. Eles, por sua vez, deviam educar outros e enviá-los com a mensagem evangélica. Para que pudessem ter sucesso em sua obra, eles deviam receber o poder do Espírito Santo. Não pelo poder humano ou humana sabedoria o evangelho devia ser proclamado, mas pelo poder de Deus.

“Por três anos e meio os discípulos estiveram sob a direção do maior Professor que o mundo já conheceu. Por associação e contato pessoal, Cristo os preparou para Seu serviço. Dia a dia caminhavam ao Seu lado, conversando com Ele, ouvindo Suas palavras de ânimo aos cansados e quebrantados, e vendo a manifestação de Seu poder em favor dos doentes e sofredores.”

“Durante esses dias que Cristo passou com os discípulos, eles adquiriram nova experiência. Ao ouvirem o querido Mestre explicar-lhes as Escrituras à luz de tudo quanto havia acontecido, sua fé foi inteiramente firmada nEle. Chegaram ao ponto de poder declarar: ‘Eu sei em quem tenho crido’ (2Tm 1:12). Começaram a compreender a natureza e extensão de sua obra e a reconhecer que deviam proclamar ao mundo as verdades a eles confiadas.”

Hoje, Cristo nos chama para segui-Lo. “Assim toda pessoa é provada quanto a seu mais forte desejo – se bens temporais, se a companhia de Cristo.

“[…] Quando os homens apreciam a grande salvação, o espírito de sacrifício observado na vida de Cristo será visto na deles. Por onde quer que Ele os guie, eles
O acompanharão felizes.”

PENSE NISTO

• Se você fosse chamado por Cristo para espalhar o evangelho, abriria mão do seu salário, sua posição política ou mesmo de sua família e amigos para responder ao chamado?

MÃOS À BÍBLIA

5. Mateus 4:13-16 (ver também Is 9:1, 2) fala que Jesus Se estabeleceu na área de Zebulom e Naftali. O que esses versos dizem sobre o ministério de Jesus?

06/04/2016

[Lição 2 Terça] - 05/04

COMO TUDO COMEÇOU

A preparação do caminho (Mt 3:7-10; 4:1, 19). Ao analisar a vida e o ministério de Cristo, não podemos deixar de notar a grande obra realizada por João Batista, Seu precursor. “Arrependam-se, porque o reino dos Céus está próximo”, ele pregava. “Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para Ele” (Mt 3:2, 3).

João Batista não era um pregador sem rumo nem direção. Seu ministério trouxe nova luz para a religião judaica. Alguns acreditavam que ele fosse uma reencarnação do profeta Elias. Outros, o viam como um tipo de libertador da opressão romana.

No entanto, nenhum grupo estava mais interessado nesse novo pregador do que os fariseus e saduceus – os líderes religiosos da época. Sua intriga os levou a enviar espias para saber quem era esse homem. Alguém que se vestia com peles de camelo, pregava um evangelho “de fogo” e era ousado para declarar que todos, incluindo os líderes religiosos, deveriam se arrepender, certamente, era uma pessoa que despertava a curiosidade.

A profecia do Antigo Testamento se torna viva no Novo Testamento: vez após vez, Jesus, Paulo, Pedro e João citaram o Antigo Testamento para ajudar a validar, explicar ou mesmo provar o significado do que estava acontecendo no Novo Testamento.

As tentações (Mt 4:1; 6:13). Imediatamente após ser batizado por João Batista, Jesus “foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” (Mt 4:1). Ele passou quarenta dias e quarenta noites jejuando e orando. Cristo teve que enfrentar essas tentações pelo menos por quatro razões: “1) Era impossível que alguém que tivesse vindo exatamente para derrotar o reino de Satanás não fosse atacado pelo inimigo; 2) para prová-Lo; 3) para prepará-Lo a fim de que pudesse, também, socorrer os que são tentados; e 4) para nos servir de exemplo quando somos tentados.”*

Por outro lado, Ele ensinou Seus discípulos a orar: “Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal” (Mt 6:13).

Embora esses dois conceitos pareçam opostos, é importante compreender que Deus não é o autor das tentações que por vezes nos assolam. Elas são artimanhas do inimigo. E mais, Deus somente permite que nos sobrevenham provações que somos capazes de suportar com Sua ajuda (Jó 1:8-12; 1Co 10:13).

A experiência no deserto (Is 43:2; Mt 4:2, 3; 2Tm 3:12). Muitas vezes, a vida pode nos surpreender com as bênçãos derramadas por Deus. Somos gratos pelo amor e cuidado de nossa família, apreciamos ouvir dos milagres em resposta às nossas orações. Ficamos maravilhados com Seu poder em nos capacitar para ser bons alunos na faculdade, vemos Sua mão ajudadora quando temos dinheiro suficiente para pagar nossas contas em tempo, etc. Mas a vida também nos reserva experiências difíceis e imprevisíveis.

O que você faz quando você ou alguém que você ama recebe um diagnóstico médico arrasador? Como manter a fé quando Deus parece estar em silêncio em relação a um problema a respeito do qual você tem orado e lutado por anos? O que você faz quando parece que todos ao seu redor estão sendo abençoados, menos você? Como permanecer fiel a Deus quando você mal consegue pagar seus compromissos financeiros? Durante as tentações no deserto, Cristo confiou em Seu Pai e dEle dependeu (Mt 4:1-10).

Chamados a abandonar tudo (Mt 4:18-22). Deus pode usar diferentes maneiras para nos chamar. Pode ser por meio de uma convicção pessoal, um evento, das orações de familiares, suplicando que o Espírito Santo nos convença, por meio de um sermão, uma música, ou de diversos outros modos.

Independentemente da maneira, a resposta sempre exigirá que abandonemos algo que nos seja muito próximo ou querido. Alguns precisarão deixar amigos, talvez pessoas de má influência na vida, outros, oportunidades de negócios que não se harmonizam com os princípios da nova fé, e ainda outros precisarão de uma mudança de aparência ou de guarda-roupas.

Imagine a experiência dos discípulos. Jesus era um novo pregador na Judeia e não fazia parte do grupo seleto dos líderes religiosos. Não tinha sobrenome famoso nem era reconhecido em Sua comunidade. Ele estava simplesmente andando pelo mar da Galileia quando chamou Seus primeiros discípulos para segui-Lo (Mt 4:18-22).

Eles não questionaram se suas necessidades físicas seriam supridas, se receberiam salário, ou onde seriam levados a trabalhar. Eles simplesmente depositaram sua confiança em um estranho.

Jesus não nos chama para uma vida de fracassos. Ele tem um plano especial para cada um de nós (Jr 29:11-13). Precisamos somente aceitar Seu chamado e confiar em Sua direção.

PENSE NISTO

• Como você reage quando enfrenta desafios e tentações em seu “deserto”?

• Qual é a importância de deixar tudo, quando somos chamados para seguir Jesus?

• Quais são algumas maneiras pelas quais podemos usar a Bíblia para nos ajudar a resistir às tentações que enfrentamos?

MÃOS À BÍBLIA

4. Leia Mateus 4:1-12. Por que Jesus teve que passar por essa situação? O que essa história tem que ver com nossa salvação? Como Jesus resistiu tentações tão poderosas, sob circunstâncias tão difíceis, e o que isso nos diz a respeito de como resistir às tentações?

Mateus 4:1 inicia com o que parece ser uma ideia estranha: foi o Espírito que levou Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo. Por que, então, o Espírito Santo conduziria Jesus dessa forma? A chave se encontra no capítulo anterior, quando Jesus foi a João para ser batizado. Vendo a resistência de João, Jesus disse: “Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça” (Mt 3:15). Embora não tivesse pecado, Jesus teve que ser batizado para cumprir toda a justiça, isto é, fazer o que era necessário a fim de ser um exemplo perfeito para os seres humanos e ser o representante perfeito deles.

06/04/2016

[Lição 2 Segunda] - 04/04

O PRESENTE RECUSADO

A cena se repetia diariamente. O desgrenhado jovem pegava seu pedaço de papelão e descia a avenida. “Mendigo: trabalho por comida”, dizia o cartaz. Olhar firme, semblante sério e cabeça erguida, ele segurava firmemente o cartaz entre os dedos ásperos e queimados do sol. Ao passar entre os carros, motoristas e passageiros subiam as janelas numa atitude de desprezo e temor. Sua esperança era a de que alguém, apenas uma pessoa, acreditasse que ele era realmente um mendigo.

Assim como o pedinte da rua, Mateus tinha um objetivo quando escreveu seu evangelho: Erguer um “cartaz” para lembrar aos judeus que o Messias realmente havia chegado. Deus se fizera presente em forma humana, e tinha poder para prover tudo de que necessitassem. Profetas haviam predito Sua vinda e, então, o Messias estava lá, bem diante dos seus olhos.

Como as dez virgens tolas, que não estavam preparadas para a chegada do noivo, eles achavam que ainda não era o tempo de o Messias chegar. O que deveria ter acontecido era que recebessem o Salvador prontamente. Porém, somente alguns O aceitaram e seguiram.

Mateus compartilhou com os judeus, seu povo, os ensinamentos e milagres de Jesus, com o objetivo primordial de informar que Aquele a quem eles estavam esperando finalmente havia chegado. Tudo que precisavam fazer era aceitá-Lo. Era simples assim! Contudo, eles O rejeitaram.

PENSE NISTO

• Como seria se você pudesse acompanhar a rotina de um mendigo um dia inteiro? Compare essa experiência à chegada de um presente de que você realmente precisava, mas não esperava receber.

• Quais áreas em sua vida você precisa colocar à disposição do Mestre?

• Se um amigo lhe perguntasse como você pode acreditar em Jesus sem nunca tê-Lo visto, como você responderia?

MÃOS À BÍBLIA

Que contraste! Embora Lúcifer tivesse procurado ser “semelhante ao Altíssimo” (Is 14:14), Jesus havia Se esvaziado da glória do Céu. Nessa cena, podemos ver a imensa diferença entre o egoísmo e o altruísmo; a vasta diferença entre o que é santidade e o que é pecado.

3. Compare Isaías 14:12-14 com Filipenses 2:5-8. Qual é a diferença entre o caráter de Jesus e o de Satanás?

Imagine como os anjos que haviam conhecido Jesus em Sua glória celestial devem ter contemplado o que estava ocorrendo quando esses dois inimigos se encontraram face a face, num tipo de conflito que os dois nunca haviam experimentado antes. Embora tenhamos a distinta vantagem de saber como o confronto terminou, os anjos e todo o Céu não tinham essa vantagem. Assim, devem ter assistido ao conflito preocupados, e com absoluta atenção.

03/04/2016

[Lição 2 Domingo] - 03/04

PREPARANDO PESCADORES

Assim como alguns passatempos, pescar é algo que ajuda a desenvolver a paciência e habilidade. Lembro-me da minha primeira aula de pesca. Sentei-me ao lado de uma família anfitriã em uma praia tropical e joguei o anzol imitando os outros. Esperei tranquila, mas parecia ser uma eternidade, até que senti um puxão em minha linha. Minha certeza ao enrolar o molinete se transformou num susto ao descobrir que, na verdade, eu havia pescado um polvo! Rapidamente, joguei a vara e o polvo na água e corri para longe. O dia passou lentamente, e não consegui pescar mais nada. Foi difícil esquecer o teste de paciência e a decepção.

Durante os tempos bíblicos, a pesca era uma atividade econômica muito importante na Palestina. Esse ambiente movimentado foi propício para que Jesus pudesse lançar as bases de Seu ministério. Certo dia, enquanto Ele caminhava junto ao mar da Galileia, encontrou dois irmãos lançando suas redes na água. Nessa sala de aula espaçosa e maravilhosa, ao ar livre, Jesus lhes fez um convite: “Sigam-Me, e Eu os farei pescadores de homens” (Mt 4:19). Seguindo ao longo da margem, Ele encontrou outros dois irmãos e o pai deles, consertando suas redes de pesca. Esses dois irmãos também receberam o mesmo convite.

Jesus queria ensinar algo novo a eles. Para tanto, eles precisaram deixar para trás suas atividades, posses e família. Ele ensinou àqueles primeiros discípulos como pescar seres humanos! Algo de inestimável valor, porque pessoas são mais preciosas que peixes.

Após a ressurreição, Jesus novamente apareceu aos Seus discípulos no mar da Galileia. Eles haviam trabalhado duro, tentando pegar peixes, mas as redes estavam vazias. Ali “O Professor da aula ao ar livre” pediu que jogassem a rede do lado direito do barco. “Eles a lançaram, e não conseguiam recolher […] tal era a quantidade de peixes” (Jo 21:6).

“Jesus escolheu homens ignorantes, porque não haviam sido instruídos nas tradições e errôneos costumes de seu tempo. Eram dotados de natural capacidade, humildes […] homens a quem Ele podia educar para Sua obra. […] Requer-se o toque de uma hábil mão para despertar essas faculdades adormecidas.”

MÃOS À BÍBLIA

Mateus 3 começa com João Batista, cuja primeira palavra registrada no texto é um imperativo: “Arrependei-vos” (Mt 3:2). João também colocou nessa mensagem uma distinta ênfase da “verdade […] presente”
(2Pe 1:12), ou seja, tornou-a uma mensagem para as pessoas daquela época específica.

1. Leia Mateus 3:2, 3. Qual foi a mensagem da verdade presente que João estava pregando juntamente com o chamado ao arrependimento, batismo
e confissão? Ver também Mateus 3:6.

2. Leia Mateus 3:7-12. Que mensagem João tem para os líderes? Apesar de suas palavras duras, que esperança está sendo oferecida nessa passagem?

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