15/06/2026
Imagine como uma caixa escura pode mudar a forma como você vê a fotografia.
Antes das câmeras, dos celulares e das imagens instantâneas, existia a câmara obscura. Esse dispositivo simples, utilizado há séculos por artistas e cientistas, foi fundamental para o desenvolvimento da fotografia e continua despertando fascínio pela forma como nos ajuda a compreender a luz, a imagem e o próprio ato de olhar.
Para explorar esse universo da câmara obscura, no próximo sábado (20), o Ateliê Cromo realiza a Oficina Bônus “Prática e Experimentações com Câmaras Obscuras”, com as fotógrafas e coordenadoras do projeto Carolina e Juliana Engler.
Durante a atividade, os participantes conhecerão a história e os usos da câmara obscura, além de experimentar na prática os princípios que deram origem à fotografia, saindo da oficina com uma câmera obscura. 🥰
A oficina é gratuita, oferece certificado e foi pensada especialmente para educadores do ensino fundamental e médio e educadores sociais que buscam novas possibilidades para trabalhar arte, ciência e criatividade em seus espaços de atuação.
Essa oficina integra o projeto “Fotografia – Processos Históricos e Possibilidades Pedagógicas”.
Educador, educadora… aproveite essa última oportunidade:
📅 20 de junho
🕘 Das 9 às 12h
📍 Ateliê Cromo – Rua Álvaro Müller, 151
As vagas são limitadas e o link da inscrição está na bio. 📸
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Este ciclo de oficinas é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas e o Ministério da Cultura através da Lei Aldir Blanc - tendo sido contemplado no EDITAL 007/2024 - PNAB (LEI Nº 14.399/2022), TERMO DE CONTRATO Nº 079/2025.
culturaturismo
11/06/2026
Memória, afeto e espaço urbano
‘Ela ficava muda debaixo do seu cinza’, novo projeto de Carolina Engler
A exposição artística “Ela ficava muda debaixo do seu cinza”, da fotógrafa e artista visual Carolina Engler será lançada em junho de 2026 em Campinas, com duas temporadas, uma no centro e a segunda no Parque Oziel.
O público de Campinas interessado em artes visuais com ênfase em combinações de técnicas, como ferroblend e aquarela, cuprotipia e xilogravura terá a oportunidade de explorar múltiplas leituras e sentidos da exposição “Ela ficava muda diante do seu cinza”, o mais novo projeto de Carolina Engler, com a curadoria de Fabiana Bruno e educativo de Ana Helena Grimaldi.
Segundo a artista, o trabalho é resultado de reflexões contínuas que apontam para a potência criativa em torno da memória, do afeto e do espaço urbano. “Da minha primeira vivência do espaço urbano, ainda na primeira infância, se construiu um imaginário afetivo que tem alimentado minha produção autoral”, afirma a artista.
Como parte das atividades do projeto cultural – realização viabilizada por meio do Fundo de Investimento Cultural de Campinas (FICC-Campinas), edital 006/2024, da Secretaria de Cultura e Turismo de Campinas – haverá uma Roda de Conversa no Instituto Marcos do Valle, em junho (13/6), às 11h, com a presença de convidados e organizadores do projeto, numa proposta de diálogo e trocas de percepções acerca do projeto cultural.
Entrada: gratuito
Classificação Indicativa: a partir dos 12 anos
.culturaturismo
Serviço
Temporada no Centro da cidade
Exposição “Ela ficava muda debaixo do seu cinza”
Período: 13 de junho a 24 de julho
Abertura da exposição - sábado, das 9h às 12h
Roda de Conversa 13 de junho, às 11h
Espaço Cultural Marcos do Valle
Rua Dr. Quirino, 1856 – Centro Campinas
Terça à sexta-feira 8h às 17h sábados das 8h às 13h
Formação de mediadores: Ana Helena Grimaldi
Projeto contemplado pelo Edital 006/2024 – FICC-Campinas
Assessoria de Imprensa: Marta Fontenele 19. 99786-3337
29/05/2026
Estamos muito felizes que teremos mais uma oficina para integrar nosso ciclo de formações “Fotografia - processos históricos e possibilidades pedagógicas” 📸
Dia 20 de junho das 9h às 12h - Ateliê Cromo - Rua Álvaro Müller, 151
Atividade gratuita e com certificado 📝
🏃🏻♀️➡️ Corram que são poucas vagas!!! A oficina será teórico - prática: todos sairão com uma câmera obscura 📸
A atividade vai apresentar o aparelho pré-fotográfico conhecido como câmara obscura que vem sendo usado ao longo dos séculos para diversos fins e foi o ponto de partida para a construção das primeiras câmeras fotográficas. Na fotografia contemporânea este aparato, aparentemente rudimentar, vem sendo resgatado por diversos artistas para refletir sobre o fazer fotográfico, a fotografia e sua impermanencia.
29/05/2026
Dia de começar mais um projeto maravilhoso na Vila Brandina junto ao
04/05/2026
Se você é professor do ensino fundamental e médio ou educador social e sentiu vontade de participar do nosso ciclo “Fotografia – Processos Históricos e Possibilidades Pedagógicas”, mas não conseguiu se organizar, esse é o seu último momento de vir conosco.
Estamos preenchendo as últimas vagas para a oficina “Autorretrato e Processos Históricos - Cuprotipia”, com a fotógrafa e coordenadora do projeto, Carolina Engler.
A oficina acontece nos dias 07 e 14/05, das 14 às 16h, no Ateliê Cromo, localizado na Rua Álvaro Müller, 151, no Centro de Campinas.
Na ocasião, vamos oferecer prática e experimentações com Cuprotipia, uma técnica fotográfica do século XIX bastante simples e versátil em termos de coloração das impressões que produz.
Sua coloração é uma gama de marrom, indo de tons avermelhados à tons bem fechados e ainda o azul acinzentado.
Na oficina apresentaremos a técnica com suas características e cuidados necessários através da prática do autorretrato.
Nesse encontro você terá uma oportunidade única de experimentar a fotografia analógica de forma mais sensível para levar à sala de aula possibilidades concretas de criação, usando processos simples, acessíveis e cheios de significado.
Imagine aprender uma ferramenta que pode ampliar sua forma de trabalhar imagem, criatividade e atenção com os estudantes.
Esse ciclo de oficinas oferece certificado e essa é sua última oportunidade de mergulhar com a gente no universo da fotografia.
Se faz sentido para o seu trabalho, vale aproveitar. A inscrição para a oficina está no link do perfil do Instagram (bio).
03/05/2026
Entre luz, plantas e tempo, a fotografia ganhou outro ritmo na oficina de Antotipia com a arte-educadora Paula Almozara.
As imagens que surgem aqui não vêm de telas nem de filtros digitais prontos. Elas nascem de pigmentos naturais, como cúrcuma e amora, combinados com a luz do sol e um pouquinho de paciência.
Um processo simples, acessível e cheio de possibilidades!
Para professores e educadores que estão em sala de aula, isso abre um caminho potente: trabalhar imagem sem depender de tecnologia, convidando os alunos a experimentar, observar e criar com o que está ao alcance.
O compromisso do Ateliê Cromo não é ensinar mais uma técnica de fotografia analógica, a proposta do nosso projeto “Fotografia – Processos Históricos e Possibilidades Pedagógicas” é ampliar repertório e transformar a relação com a imagem, tornando o fazer artístico mais próximo, mais concreto e mais significativo.
Acreditamos que a fotografia é uma magia que precisa de um um pouco de luz, tempo e curiosidade para começar.
Estamos felizes em concluir mais uma etapa do projeto e também te lembrar que a próxima oficina do ciclo será sobre “Autorretrato e Processos Históricos - Cuprotipia”, e acontece nos dias 07 e 14/05, das 14 às 16h, com a fotógrafa e coordenadora do projeto, Carolina Engler.
A cuprotipia utiliza soluções à base de cobre que, ao reagirem com a luz, formam imagens diretamente no papel. O resultado são impressões com tons que variam entre marrons, avermelhados e azuis acinzentados onde cada imagem carrega marcas únicas do processo manual.
Essa oficina é para educadores do ensino fundamental e médio e educadores sociais. Ainda dá tempo de se inscrever, acesse o link na bio.
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Este ciclo de oficinas é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas e o Ministério da Cultura através da Lei Aldir Blanc - tendo sido contemplado no EDITAL 007/2024 - PNAB (LEI Nº 14.399/2022), TERMO DE CONTRATO Nº 079/2025.
culturaturismo
28/04/2026
Essa é a sua última chance de experimentar uma técnica fotográfica simples e surpreendente do século XIX, a Cuprotipia.
Através do ciclo “Fotografia – Processos Históricos e Possibilidades Pedagógicas”, o Ateliê Cromo oferece uma formação que vem aproximando arte, educação e práticas analógicas em um projeto pensado para professoras da rede pública e educadoras sociais.
De 07 e 14/05, das 14 às 16h, a fotógrafa e arte-educadora Carolina Engler, ministra a oficina “Autorretrato e Processos Históricos”.
A cuprotipia utiliza soluções à base de cobre que, ao reagirem com a luz, formam imagens diretamente no papel. O resultado são impressões com tons que variam entre marrons, avermelhados e azuis acinzentados onde cada imagem carrega marcas únicas do processo manual.
Durante a oficina, essa técnica será explorada a partir do autorretrato, criando um espaço de reflexão, expressão e construção de imagem com mais tempo e presença.
Em sala de aula, práticas como essa abrem caminhos importantes porque ajudam a desacelerar, tiram o foco das telas e oferecem aos estudantes uma experiência concreta, sensível e significativa com a imagem.
O projeto é voltado exclusivamente para educadoras e conta com assistentes pedagógicas e recursos de acessibilidade, garantindo uma experiência acolhedora e qualificada para todas as participantes.
Mais do que ensinar uma técnica, o Ateliê Cromo reafirma seu compromisso com a formação cultural e com o fortalecimento da educação pública por meio da arte.
As vagas são limitadas e o link da inscrição está disponível na bio.
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Este ciclo de oficinas é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas e o Ministério da Cultura através da Lei Aldir Blanc - tendo sido contemplado no EDITAL 007/2024 - PNAB (LEI Nº 14.399/2022), TERMO DE CONTRATO Nº 079/2025.
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20/04/2026
Ainda dá tempo de entrar no ciclo de fotografias, mas agora estamos nas últimas vagas das duas últimas oficinas do projeto.
Se você queria participar e ainda não conseguiu se inscrever, esse é o momento de entrar no projeto “Fotografia – Processos Históricos e Possibilidades Pedagógicas”, voltado para professoras da rede pública e educadoras sociais interessadas em experimentar a fotografia analógica como ferramenta criativa e pedagógica.
Restam duas oficinas para completar esse percurso:
🌿 Prática e Experimentações - Antotipia, com Paula Almozara
23 e 30/04: das 14 às 16h
Uma oficina para criar imagens com pigmentos extraídos de plantas e a ação da luz do sol. Um processo delicado e surpreendente, que aproxima arte, natureza e experimentação e que pode inspirar práticas potentes com estudantes.
🤳 Autorretrato e Processos Históricos - Cuprotipia, com Carolina Engler
07 e 14/05: das 14 às 16h
Uma vivência com uma técnica fotográfica do século XIX que produz imagens em tons terrosos, avermelhados e azulados, explorando o autorretrato como linguagem e recurso pedagógico.
O Ateliê Cromo segue com inscrições abertas para as etapas finais dessas oficinas pensadas para professoras e educadoras que desejam ampliar repertório, desacelerar a relação com as imagens digitais e levar para salas de aulas experiências mais sensíveis, inventivas e significativas.
Esse projeto é parte do compromisso do Ateliê Cromo com a formação em arte, o acesso à cultura e o fortalecimento da educação pública.
As oficinas acontecem na sede do Ateliê Cromo (na Rua Álvaro Müller, 151, no Centro de Campinas/SP). As vagas são limitadas e as inscrições estão no link da bio.
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Este ciclo de oficinas é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas e o Ministério da Cultura através da Lei Aldir Blanc - tendo sido contemplado no EDITAL 007/2024 - PNAB (LEI Nº 14.399/2022), TERMO DE CONTRATO Nº 079/2025.
culturaturismo
15/04/2026
Na semana passada encerramos a oficina “Fotomontagem numa Perspectiva Analógica”, conduzida por Juliana Engler, fotógrafa, arte-educadora e uma das proponentes deste projeto cultural.
Durante os encontros, mergulhamos na goma bicromatada, uma técnica fotográfica do século XIX que mistura pigmento, goma arábica e sais bicromatados para criar imagens sobre o papel com a ação da luz.
Na prática, funciona quase como uma pintura que se revela: a mistura é aplicada no papel, exposta à luz com uma imagem por cima e, depois, lavada em água. As partes que recebem mais luz se fixam, enquanto o restante se dissolve formando imagens com textura, camadas e uma estética muito própria.
É uma técnica que permite brincar com cores, sobreposições e imperfeições e cada resultado carrega marcas do processo, como uma paisagem que nunca se repete.
Ao longo da oficina, essas experimentações se desdobraram na criação de paisagens poéticas, ou seja, imagens construídas a partir de memórias, fragmentos e sobreposições, onde o real se mistura com o imaginado.
Mais do que representar um lugar, as participantes foram convidadas a criar atmosferas, sensações e narrativas visuais, resultando em composições delicadas, carregadas de tempo, gesto e intenção.
A goma bicromatada abre um universo pouco conhecido da fotografia e foi bonito ver esse encontro entre técnica, sensibilidade e criação acontecer por aqui.
Se você é professora da rede pública e deseja participar das oficinas, corre que ainda dá tempo. O link do formulário de inscrição está na bio. Mas se apresse porque as vagas são limitadas.
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Este ciclo de oficinas é patrocinado pela Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura Municipal de Campinas e o Ministério da Cultura através da Lei Aldir Blanc - tendo sido contemplado no EDITAL 007/2024 - PNAB (LEI Nº 14.399/2022), TERMO DE CONTRATO Nº 079/2025.
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