ATENÇÃO: A escola não vai resolver o bullying do seu filho. ❌👇🏼
O que nós vemos nesse vídeo não é um caso isolado. Índices já mostram que as escolas brasileiras infelizmente figuram entre as mais violentas do mundo, com um crescimento drástico do bullying sistêmico no cenário pós-pandemia.
Diante de cenas revoltantes como essa, muitos pais esperam que a escola tome uma atitude punitiva severa. Mas a verdade que precisamos encarar é: a escola não tem poder penal.
O papel das instituições de ensino é estritamente pedagógico. Por mais que a direção faça atas, registros e encaminhamentos — ou promova semanas de combate ao bullying —, essas ações não têm força de lei para frear a violência de forma imediata ou punitiva. O próprio ECA não dá brecha para que a escola aja como um tribunal.
O ECA limita a atuação da escola ao campo pedagógico. Sem poder punitivo ou penal, as instituições de ensino tornam-se incapazes de barrar o bullying e a violência de forma efetiva.
Por isso, o meu conselho é claro: se o seu filho está sofrendo agressões ou bullying grave, não espere uma solução burocrática da escola. Vá direto a uma delegacia e abra um Boletim de Ocorrência. É preciso acionar os caminhos da Justiça, porque, internamente, a violência vai continuar crescendo.
Você já passou por uma situação parecida na escola dos seus filhos? Deixe seu comentário aqui embaixo. 👇🏼💬
Prof Jonas Silva
🚫 Mostro os absurdos da educação brasileira
👨🏫 Professor especialista e crítico do sistema
🤝 Parcerias no Messenger e no WhatsApp
Professor | Pedagogo | Neuropsicopedagogo | Letrólogo. Estudante de múltiplos Assuntos
A CRIANÇA E O ADOLESCENTE PERTENCEM A FAMÍLIA.
O Caso: A mãe confrontou e repreendeu severamente o filho após descobrir que ele estava envolvido no roubo de motocicletas em São Paulo. O adolescente de 17 anos havia dito que iria jogar futebol, mas na verdade estava cometendo os crimes.
Como professor e pesquisador da educação, eu não consigo olhar para cenas como essa e enxergar apenas um caso de polícia. O que vemos aqui é a falha mais profunda e dolorosa de um pacto social.
Nenhum pai, nenhuma mãe, deveria passar pelo constrangimento, pela humilhação e pelo desespero que essa mulher passou ao ver o filho no cofre de uma viatura. A dor dela é real, o desabafo é legítimo e a sua postura de não compactuar com o crime é de uma coragem tremenda. Ela avisou. Ela deu o exemplo. Mas as escolhas, no fim, foram dele.
Mas essa cena nos deixa uma lição urgente que vai muito além das páginas policiais: a educação começa, se estrutura e se consolida no lar.
Nos últimos anos, tentou-se criar uma ilusão de que a escola deve ser responsável por tudo — pela alfabetização, pela merenda, pelo cuidado de tempo integral e, inclusive, pela formação moral e de caráter dos indivíduos. Isso é um erro metodológico e social crasso. A escola instrui, a escola ensina o conhecimento científico e universal; mas a base de valores, o limite, a honestidade e a responsabilidade social nascem dentro de casa.
Não podemos terceirizar a paternidade e a maternidade para o Estado, para a escola ou para conselhos. O filho é de quem o gerou e o educou.
Quando a família se ausenta da sua função primordial de impor limites e guiar com firmeza, o crime e a rua ocupam o espaço vazio. Que o desespero dessa mãe sirva de alerta para todos nós: eduquem seus filhos hoje, para que amanhã o Estado não precise contê-los.
E você, o que achou da reação dessa mãe? Deixe sua opinião aqui nos comentários. 👇
O vídeo mostra uma entrevista jornalística com uma mãe que relata ter agredido a própria filha. Ela detalha que deu "umas quebradas boas" e mordidas na jovem após passar a madrugada procurando por ela na rua. Ao ser questionada se sabia que estava violando os direitos da filha, a mãe se defende argumentando que não deixa faltar nada em casa (como alimentação, escola e convênio médico) e justif**a sua atitude pela preocupação com a violência na região e pela falta de tempo para procurá-la tarde da noite devido à sua rotina de trabalho. Ela ainda desabafa sobre a falta de apoio do governo e de autoridades.
Qual sua opinião sobre o caso? Deixe nos comentários 👇
Gente, eu acabei de ver esse vídeo e precisei vir aqui falar com vocês sobre isso. O que aconteceu é simplesmente revoltante: uma aluna agride fisicamente a professora em plena sala de aula numa escola estadual localizada na região de Bangu. A professora foi prensanda contra o quadro-negro e recebeu socos, enquanto os outros alunos gritam e filmam tudo pelo celular.
Eu questiono como o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) lida com esses menores infratores, aponto que, na prática, as punições acabam sendo muito brandas — no máximo uma transferência ou uma advertência do juiz.
Enquanto isso, quem realmente sofre as consequências é o professor. Essa docente vai carregar traumas, sequelas psicológicas, burnout e, muito provavelmente, vai acabar desistindo da carreira. É um reflexo muito triste da realidade e da falta de amparo que os profissionais da educação enfrentam nas nossas escolas hoje em dia.
O que vocês pensam sobre essa situação? Deixem aqui nos comentários. 👇🏽
Onde é que o ECA falha? 🤔⚠️
O vídeo recente que circula nas redes sociais acende um alerta vermelho que não podemos ignorar. Mais do que uma brig@ isolada entre duas estudantes, o que vemos é o reflexo de um problema estrutural muito mais profundo.
Quando a sala de aula vira palco de pancadaria e vandalismo — com direito a torcida e incentivo dos demais colegas —, f**a evidente que as medidas meramente burocráticas já não dão conta do recado.
Registrar B.O., convocar os pais, advertir ou simplesmente transferir o aluno de escola resolve o sintoma, mas não cura a doença. Enquanto isso:
❌ O direito dos outros alunos de estudar é violado;
❌ A estrutura física da escola (paga com o dinheiro dos impostos) é destruída;
❌ E a saúde mental do professor é esmagada pela rotina de impotência.
Precisamos falar seriamente sobre autoridade, limites e responsabilização no ambiente escolar. Se os atos de vandalismo e agressão não trouxerem consequências reais e pedagógicas, continuaremos enxugando gelo. Precisamos de uma reforma do ECA!
Quero ouvir você, professor, estudante ou responsável: Quem deve arcar com os prejuízos materiais e morais de cenas como essa? A escola, a família ou o próprio estudante? 👇💬
10/06/2026
O PARADOXO DA DISCIPLINA NO CHÃO DA ESCOLA👇
Eu acredito na lei. O ECA foi criado para proteger, e essa proteção é fundamental. Mas precisamos ter a coragem de encarar a realidade: na prática, a forma como a legislação é aplicada hoje transformou a rotina escolar em um cenário insustentável.
A proibição de sanções reais esvaziou a autoridade pedagógica. Quando criamos a "suspensão interna" — onde o aluno sai da sala onde deveria se esforçar para ir a um espaço com menor cobrança —, nós não estamos educando. Estamos recompensando o erro. Quando burocratizamos a transferência, geramos um "turismo escolar" que desloca o problema sem responsabilizar o indivíduo.
O sistema atual parece extremamente preocupado em blindar o aluno indisciplinado, ao evitar a restrição e a punição, mas ignora uma pergunta vital: E o direito coletivo à dignidade de aprender dos outros 30 alunos que querem estudar? E o tempo do professor?
Hoje, a escola brasileira vive em dois extremos: ou a conversa que não resolve, ou a polícia. O meio-termo — onde se constrói a verdadeira responsabilidade moral e o respeito às regras — simplesmente não existe.
Proteger nossos jovens não signif**a blindar o erro. Signif**a ensinar, com firmeza e afeto, que toda ação tem uma consequência. Enquanto a escola não recuperar sua autonomia disciplinar, o caos continuará sendo o professor mais presente em sala de aula.
Qual é a sua visão sobre a realidade da disciplina na sua escola hoje? Vamos debater nos comentários. ⬇️
🚨 REALIDADE PREOCUPANTE
A escalada da criminalidade juvenil e o sentimento de impunidade. Uma reportagem acendeu o alerta sobre uma situação alarmante em Goiás. Um jovem de apenas 17 anos foi apreendido por tráfico de dr**as, mas o que mais chama a atenção é o seu histórico: o menor já acumulava 13 passagens pela polícia, incluindo crimes graves como homicídio. Em entrevista, o delegado Leylton Barros fez um desabafo duro sobre os desafios enfrentados pelas forças de segurança. Segundo ele, a legislação branda e a falta de vagas em centros de internação especializada fazem com que esses jovens fiquem detidos por no máximo 5 dias antes de serem liberados de volta para as ruas, onde, infelizmente, muitos voltam a delinquir. O cenário se mostra ainda mais complexo com outro caso citado na matéria: um adolescente, também de 17 anos, com impressionantes 47 passagens policiais, que confessou estar na criminalidade desde os 12 anos para sustentar o vício.
💬 F**a a reflexão: Como quebrar esse ciclo de reincidência e garantir um futuro mais seguro tanto para a sociedade quanto para esses jovens? Deixe sua opinião nos comentários.
👉 Siga para acompanhar mais atualizações
O episódio aconteceu em 2018 numa escola tradicional em Goiás. O pandemônio começou com a briga de duas adolescentes por causa de namorado e poucos minutos o caos se instalou na escola, houve quebradeira, vandalismo, incêndio, até uso de dr**as por parte dos alunos. Devido a confusão ter vindo a público e ter até caso de polícia, três adolescentes foram transferidos e os demais foram submetidos a palestras sobre gerenciamento emocional e boas maneiras.
A redução da maioridade penal de 18 para 16 anos voltou ao centro das atenções após novos casos de violência envolvendo menores de idade. Uma pesquisa recente do Instituto Paraná Pesquisas revelou que **77,2% da população brasileira é a favor da mudança**.
Apesar do forte apelo popular, o debate arrasta-se há mais de três décadas no Congresso Nacional. Atualmente, a proposta encontra-se travada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sofrendo forte resistência da base do governo.
A discussão divide opiniões no cenário político:
🔹 A favor: Defensores da redução, como os deputados Mendonça Filho e Sóstenes Cavalcante, argumentam que a medida é necessária para combater a impunidade em crimes graves (como homicídio e estupro) e questionam o fato de jovens poderem votar, mas não responderem integralmente por crimes contra a vida.
🔹 Contra: Setores que se opõem à medida, representados por parlamentares como Rogério Correia, afirmam que a redução não resolve o problema da criminalidade e que o foco do Estado deveria ser a repressão aos líderes do crime organizado.
Diante do impasse, surge na Câmara a proposta de um referendo para que o próprio povo decida o futuro da maioridade penal no país.
Qual é a sua opinião sobre o tema? O Brasil deve reduzir a maioridade penal para 16 anos ou o caminho é outro? Deixe seu comentário abaixo! 👇💬
04/06/2026
CRÍTICAS AS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS DO ECA
Vocês já pararam para analisar o que virou a disciplina nas nossas escolas? No meu último projeto de quadrinhos, decidi colocar o dedo na ferida e ilustrar uma realidade que eu e milhares de professores enfrentamos todos os dias no Brasil: o completo colapso das medidas socioeducativas do ECA no ambiente escolar.
A verdade que ninguém quer ditar nos discursos oficiais é que, sob o manto de um "caráter pedagógico", transformamos crimes e infrações graves em meras "conversas de coordenação". Criou-se uma cultura onde a impunidade virou a regra.
Quando um aluno ameaça o colega com uma faca e isso vira só um puxão de orelha (Cena 1), a mensagem está dada. Quando um ato explícito de racismo é punido apenas fazendo o agressor apagar o muro — uma verdadeira "faxina simbólica" que não ensina ninguém a deixar de ser ra***ta enquanto a vítima abandona a escola (Cena 2) —, nós falhamos miseravelmente.
Furtar dinheiro público da associação de pais vira "recreio" com celular na biblioteca (Cena 3). Traf**ar dr**as no banheiro rende uma conversa mansa de liberdade assistida duas vezes por semana, mostrando para os outros jovens que "a pedagogia perdoa" o crime (Cena 4). Até mesmo ameaçar a coordenação com arma de fogo tem um custo baixíssimo: o sujeito passa o fim de semana recolhido e na segunda-feira já está de volta na fila da merenda (Cena 5).
Chegamos ao extremo de ver professores esfaqueados em sala de aula onde o agressor cumpre uma internação ridícula e, em pouco tempo, está solto na esquina vendendo crack (Cena 6).
A pedagogia romântica e pseudo-objetivista que domina as nossas políticas educacionais insiste em ignorar as evidências e a realidade do chão da escola. Não podemos mais aceitar que o direito ao aprendizado e à segurança de centenas de alunos honestos seja sacrif**ado em nome de um eufemismo que não recupera o infrator e destrói a autoridade docente.
A sociedade paga. A escola sangra. Até quando vamos fingir que está tudo bem?
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