18/06/2026
Ao longo de toda a história, a experiência artística, também denominada experiência estética, tem sido vista como capaz de evocar emoções, sensações e pensamentos que, apesar de causar impactos diferentes em cada pessoa, possuem algumas bases neurobiológicas comuns, como fenômeno neurológico. Portanto, independentemente da experiência subjetiva individual, há um impacto, um efeito comum que se dá no processamento dessa experiência pelo cérebro e que caminha lado a lado com a evolução humana. Uma pesquisa realizada em 2019 pelo grupo da professora e pesquisadora Christianne Strang, da Universidade do Alabama, destaca que, ao falar do uso das artes para a prevenção ou a reabilitação da saúde mental, estamos tratando da construção de um campo de conhecimento rico em possibilidades[1]. Hoje, muitos estudos experimentais, com resultados cientificamente testados, revelam o imenso potencial da associação entre as práticas artísticas e quadros como o estresse, a ansiedade e a depressão.
https://www.itaucultural.org.br/secoes/observatorio-itau-cultural/revista-observatorio/arte-saude-mental-neurociencias
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