Bancada Docente - A Bancada da Educação

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Congregar e fomentar em âmbito Estadual a Candidatura dos Servidores Ativos, Inativos da Secretaria

13/06/2026

O enxugamento da máquina pública do Estado do Rio de Janeiro pode gerar uma economia bilionária para os cofres públicos nos próximos meses.

Após a exoneração de cerca de 3.600 cargos comissionados, o governo já estima uma economia de aproximadamente R$ 230 milhões até o final deste ano.

Mas os cortes podem não parar por aí.

📊 Uma auditoria realizada pela Controladoria Geral do Estado e pelo Gabinete de Segurança Institucional identificou potencial para novas exonerações e redução de despesas em diversos órgãos estaduais.

Segundo informações divulgadas pela BandNews FM, a economia adicional poderá chegar a R$ 25 milhões por mês após a conclusão das auditorias que ainda estão em andamento.

💸 Isso representa cerca de R$ 300 milhões por ano em novas economias.

Somando os R$ 230 milhões já projetados com os cortes realizados e os cerca de R$ 300 milhões que poderão ser alcançados com novas medidas, o impacto total pode chegar a aproximadamente R$ 530 milhões.

Entre os órgãos que ainda possuem potencial de redução de cargos estão:

📍 Casa Civil
📍 Secretaria de Saúde
📍 Secretaria de Trabalho e Renda
📍 Secretaria de Esporte e Lazer
📍 Detran-RJ

A auditoria aponta que ainda existem estruturas consideradas inchadas e cargos comissionados que podem ser eliminados sem comprometer o funcionamento da administração pública.

🔥 A medida divide opiniões.

Há quem veja os cortes como uma forma de combater desperdícios e aumentar a eficiência da máquina pública.

Por outro lado, também existem preocupações sobre possíveis impactos na prestação de serviços à população.

💬 E você, concorda com a redução dos cargos comissionados para economizar dinheiro público?

22/05/2026

Por decisão unânime do Tribunal de Justiça do Rio, a estrutura de segurança destinada ao ex-governador Cláudio Castro deverá ser usada exclusivamente por ele, sem extensão automática para esposa, filhos ou outros parentes.

Os números chamam atenção: atualmente, a operação envolve 44 policiais, quatro carros blindados e um veículo de apoio, gerando um custo estimado em R$ 900 mil por mês aos cofres públicos.

A decisão reforça entendimento já adotado anteriormente após questionamentos sobre a legalidade da medida. O ponto central analisado foi a criação de despesas sem autorização legal adequada e o possível impacto ao dinheiro público.

Cláudio Castro foi procurado, mas informou por meio de sua assessoria que não comentará o caso.

💬 E você, o que acha? Ex-governadores devem continuar tendo estruturas de segurança desse porte após deixarem o cargo?

NotíciasRJSe tiver a atualização específica que deseja acrescentar (novo fato, decisão ou detalhe), envio a versão já integrada.

Photos from Bancada Docente - A Bancada da Educação's post 21/05/2026

🚨⚖️ O julgamento do Piso Nacional do Magistério no Supremo Tribunal Federal (STF) pode ficar parado por até 90 dias.

O ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo e interrompeu temporariamente a votação que discute a aplicação do piso salarial dos professores em todo o Brasil.

Até o momento, o placar está 2 a 1 pela aplicação obrigatória do piso nacional como vencimento-base da carreira.

Os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes defenderam que estados e municípios devem cumprir automaticamente o valor atualizado pelo MEC, sem necessidade de criação de nova lei local.

Já o relator do caso, Cristiano Zanin, apresentou posição mais cautelosa e defendeu prazo de adaptação para estados e prefeituras reorganizarem seus planos de carreira e impactos financeiros.

O julgamento tem impacto direto sobre milhões de profissionais da educação básica pública em todo o país e pode redefinir a política de valorização do magistério no Brasil.

Com o pedido de vista, Gilmar Mendes terá prazo de até 90 dias para devolver o processo ao plenário do STF.

📚 No Rio de Janeiro, professores e servidores acompanham o julgamento com atenção, principalmente diante das perdas salariais acumuladas nos últimos anos.

👉 Você acredita que o piso nacional deveria ser aplicado imediatamente em todo o Brasil?

Photos from Bancada Docente - A Bancada da Educação's post 20/05/2026

🚨 Vitória importante para os servidores do Estado do Rio de Janeiro.

Representantes do sindicato dos profissionais de educação ( ) anunciaram, após reunião com o governador interino Ricardo Couto, a confirmação do pagamento das duas parcelas restantes da recomposição salarial prevista na lei de 2021.

Segundo os representantes da categoria, serão pagos 11,56% de recomposição, divididos em duas parcelas de aproximadamente 5,6%:
📌 a primeira em agosto;
📌 a segunda em novembro.

A medida pode impactar diretamente milhares de servidores ativos, aposentados e pensionistas do Estado do Rio de Janeiro.

Diferente de outros anúncios feitos nos últimos anos, a informação agora vem acompanhada da promessa de formalização por decreto já na próxima semana.

Durante a reunião, o sindicato também reforçou que as perdas salariais acumuladas da categoria ultrapassam 58% nos últimos anos e cobraram continuidade dos estudos para novas recomposições salariais no futuro.

Outro tema tratado foi o julgamento do Piso Nacional do Magistério no Supremo Tribunal Federal (STF). Os representantes defenderam a aplicação do piso no nível inicial da carreira dos profissionais da educação no Rio de Janeiro.

Também foram discutidos temas como:
📌 situação dos animadores culturais;
📌 servidores da ex-FAEP;
📌 migração do DOC II;
📌 auxílio alimentação;
📌 vale-transporte;
📌 concursados de 2013 e 2014;
📌 além da crise envolvendo o RioPrevidência e os investimentos ligados ao Banco Master.

Segundo os representantes sindicais, o governo também se comprometeu a manter um calendário permanente de reuniões para discutir a valorização e reorganização das carreiras do funcionalismo estadual.

📲 O vídeo completo com todas as informações da reunião com o governador está disponível nas redes sociais e no site do Sindicato dos Profissionais da Educação do Estado do Rio de Janeiro.

Deixe sua opinião nos comentários...

19/05/2026

Resumo até agora
PLACAR 2 x 1 (maioria favorável aos professores)

O voto-vista do ministro Dias Toffoli no Tema 1218 do STF defende que o Piso Nacional do Magistério deve ser aplicado como vencimento-base da carreira, e não apenas como valor mínimo de entrada.

Os principais pontos do voto são:

* Estados e municípios são obrigados a cumprir o piso atualizado pelo MEC.
* O reajuste anual do piso tem caráter nacional e deve ser seguido por todos os entes federativos.
* Caso governos não adequem o vencimento-base até o fim do exercício financeiro, a Justiça pode determinar o pagamento independentemente de lei local.
* O piso deve ser entendido como vencimento-base da carreira docente.
* Reflexos automáticos para níveis, classes e faixas da carreira dependem de legislação de cada estado ou município.
* Toffoli critica a resistência de estados e municípios em cumprir a lei do piso e destaca a histórica desvalorização dos professores.
* O voto também reforça que o piso é uma política permanente de valorização da educação pública e redução das desigualdades regionais.

Até o momento da postagem, o placar:

* Dias Toffoli: favorável ao piso como vencimento-base.
* Alexandre de Moraes: acompanhou Toffoli.
* Cristiano Zanin: posição divergente, defendendo limites aos reflexos automáticos na carreira.

Photos from Bancada Docente - A Bancada da Educação's post 18/05/2026

📚⚖️ O julgamento sobre o Piso Nacional do Magistério ganhou mais um capítulo importante no Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro Alexandre de Moraes acompanhou a divergência aberta por Dias Toffoli e votou favoravelmente à aplicação obrigatória do piso nacional do magistério como vencimento-base da carreira dos professores da educação básica.

Na prática, o entendimento defendido pelos ministros é que estados e municípios devem cumprir o valor atualizado do piso nacional definido pelo Ministério da Educação, mesmo sem necessidade de aprovação de uma nova lei local específica.

A posição diverge parcialmente do voto do relator do caso, Cristiano Zanin, que havia defendido prazo de até 24 meses para adequação dos planos de carreira do magistério.

O julgamento tem enorme impacto para profissionais da educação de todo o país, especialmente em estados e municípios que ainda não aplicam integralmente o piso nacional dos professores.

No Rio de Janeiro, o tema vem sendo acompanhado de perto por sindicatos, profissionais da educação e servidores públicos, principalmente diante das perdas salariais acumuladas nos últimos anos.

Apesar dos votos favoráveis já apresentados, o julgamento ainda não foi concluído e a tese final do STF ainda pode sofrer ajustes até o encerramento da votação.

📌 A decisão final poderá redefinir a política de valorização docente em todo o Brasil.

👉 Na sua opinião, estados e municípios deveriam ser obrigados a cumprir imediatamente o piso nacional do magistério?

18/05/2026

Falta de consciência de classe é disparado um dos nossos principais problemas, concorda?

18/05/2026

📚🔥 A sessão da Câmara Municipal de São Paulo terminou em confusão após o vereador Lucas Pavanato, do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, chamar professores em greve de “vagabundos”.

A fala aconteceu durante a discussão do projeto que reajusta os salários dos servidores municipais em 3,51%, dividido em duas parcelas, índice considerado abaixo da inflação por sindicatos e parlamentares da oposição.

No trecho que viralizou nas redes sociais, Pavanato afirmou:

“Quem faz greve, não trabalha, é vagabundo.”

A declaração provocou revolta imediata no plenário. Vereadores se levantaram, houve troca de acusações e a sessão acabou sendo suspensa após o tumulto.

A greve dos profissionais da educação ocorre em meio a críticas ao reajuste apresentado pela gestão Ricardo Nunes (MDB). Sindicatos afirmam que a proposta aumenta as perdas salariais acumuladas da categoria e prejudica ainda mais a carreira dos profissionais da educação.

A repercussão ficou ainda maior porque, em 2024, os próprios vereadores aprovaram aumento de 37% nos próprios salários, elevando os vencimentos para mais de R$ 26 mil.

Nas redes sociais, a fala do parlamentar gerou forte indignação, principalmente entre professores, servidores públicos e trabalhadores da educação.

👉 Na sua opinião, como o poder público deveria tratar os profissionais da educação?

16/05/2026

O ministro apresentou voto favorável à aplicação obrigatória do piso nacional atualizado como vencimento-base dos professores da educação básica em estados, municípios e no Distrito Federal.

A posição diverge parcialmente do entendimento do relator do caso, o ministro Cristiano Zanin.

Enquanto Zanin defendeu prazo de até 24 meses para adequação dos planos de carreira, Toffoli afirmou que o piso deve ser aplicado imediatamente após a atualização anual feita pelo Ministério da Educação, mesmo sem necessidade de lei local específica.

Segundo o ministro, permitir demora na implementação enfraqueceria a própria política nacional de valorização dos profissionais da educação.

O julgamento acontece no plenário virtual do STF e segue aberto até o dia 22 de maio.

A decisão final poderá impactar diretamente milhares de professores da rede pública em todo o Brasil, principalmente em estados e municípios que ainda não aplicam corretamente o piso salarial da categoria.

O caso surgiu após uma professora aposentada da rede estadual de São Paulo recorrer à Justiça pedindo adequação salarial com base no piso nacional do magistério.

📌 No Rio de Janeiro, o tema vem sendo acompanhado de perto por profissionais da educação, sindicatos e servidores públicos estaduais.

👉 Na sua opinião, o piso nacional deveria ser aplicado imediatamente em todo o país?

15/05/2026

Durante audiência pública na ALERJ, o secretário estadual de Planejamento e Gestão, Rafael Ventura Abreu, afirmou que o governo estuda conceder ainda este ano as duas parcelas restantes da recomposição prevista na lei de 2021, totalizando 11,56%.

Segundo o secretário, a proposta em análise prevê uma parcela no meio do ano e outra entre o meio e o final do segundo semestre.

A audiência reuniu centenas de servidores estaduais, principalmente profissionais da educação, em um plenário lotado marcado por cobranças sobre perdas salariais acumuladas nos últimos anos.

De acordo com dados apresentados pela Comissão de Servidores da ALERJ, a inflação acumulada desde 2014 se aproxima de 100%, enquanto o funcionalismo estadual recebeu apenas 19% de reajuste no período.

O resultado, segundo representantes sindicais, foi o aprofundamento do endividamento, do adoecimento e do empobrecimento dos servidores públicos estaduais.

Durante a fala, Rafael Ventura reforçou que o governador Ricardo Couto determinou estudos “reais” de impacto orçamentário para viabilizar a recomposição.

Outro ponto que chamou atenção foi o anúncio de que o governo retirou o pedido da Procuradoria do Estado que atuava contra o piso nacional do magistério no STF.

📌 Apesar da sinalização positiva, ainda não existe uma data oficial para o pagamento da primeira parcela.

👉 Depois de anos de perdas salariais, você acredita que finalmente a recomposição vai sair do papel?

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