SALES CLUB

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Mentoria em Gestão & Vendas com os maiores especialistas do Brasil.

19/06/2026

Novo episódio do Pod Ser Elite no ar.

Ela entrou numa empresa que não era dela, sem saber nada sobre o produto, e começou a mudar tudo.

Não foi fácil. As pessoas resistiram. O próprio fundador, seu marido, precisou se adaptar. Mas Simone Bianchini tinha clareza de uma coisa: empresa familiar precisa virar família de empresários.

E foi exatamente isso que ela fez.

120 colaboradores dependem da sua visão. 14 vezes de crescimento em 9 anos. E tudo começou com uma decisão: buscar conhecimento para fazer acontecer.

Episódio completo no YouTube e no Spotify. Confira no link da bio.

17/06/2026

Sabe essa "bolha da IA" que a gente vive hoje? É muito fácil se perder nela.

O mercado inteiro está gritando que, se você não usar a ferramenta X ou Y, a sua empresa vai morrer amanhã. Mas, sendo bem sincero, o que eu vejo é muita gente comprando tecnologia por impulso e tentando "enfiar" IA em processos que nem básicos são.

A IA é fantástica, mas ela é fim de linha na estratégia, não o começo.

Pensa comigo: se o seu processo é ineficiente, colocar IA nele só vai fazer você escalar a sua ineficiência de forma mais rápida.

O meu filtro é simples:

1. Pessoas: Esse é o coração.
2. Negócio: Onde estão os atritos reais que tiram dinheiro da mesa?
3. Processo: Só depois que eu entendi o fluxo, eu olho para a ferramenta.

Se você está sentindo que a sua empresa está "brincando de tecnologia" enquanto o resultado não aparece, talvez seja hora de parar de olhar para a ferramenta e começar a olhar para o gargalo.

O discurso de quem vende tecnologia raramente é agnóstico. A sua estratégia, por outro lado, precisa ser sua, e muito bem definida.

14/06/2026

Muitos líderes comerciais, infelizmente, ainda acreditam que o crachá de comando é um prêmio por terem sido os melhores. Entram na gestão tentando provar, a todo custo, que continuam sendo os mais técnicos, os que mais fecham contas e os que têm as melhores respostas.

A frase de Bernardinho derruba esse ego.

Ser o melhor é uma métrica de contribuidor individual. No campo da liderança, essa métrica morre. O sucesso de um Diretor ou Gerente Comercial não é mais medido pelo seu próprio placar, mas pela capacidade de multiplicar o resultado do time.

Um líder mediano tenta ser o herói de cada venda, centralizando as decisões e correndo para chutar a bola no lugar da equipe.

Um líder de excelência, sabe que seu verdadeiro papel é desenhar a tática, corrigir a execução e criar um ambiente necessário para que cada liderado supere os próprios limites e se torne melhor.

Se a sua equipe comercial só bate metas quando você está presente, você não tem uma operação; você tem um grupo de dependentes do seu talento.

13/06/2026

Ele não aparece no seu DRE de hoje. Aparece no faturamento que você não vai ter daqui a seis meses.

Quando a operação comercial de uma empresa B2B trabalha no improviso, os sintomas começam a aparecer em silêncio. Você sente que o crescimento travou, mas o dia a dia corrido impede de dar nome ao problema.

O diagnóstico não é o mercado. É a falta de processos internos.

O preço que a sua empresa paga por não ter uma estrutura comercial previsível se divide em cinco frentes claras:

✔️Faturamento perdido por falta de processo.
✔️Vendedores bons se demitindo por falta de liderança.
✔️Ciclo de vendas longo demais por falta de metodologia.
✔️Previsão de receita que nunca bate por falta de dados.
✔️Crescimento travado por falta de estrutura.

Muitos diretores e CEOs tentam resolver esses gargalos cobrando mais esforço do time ou trocando as pessoas de lugar. Mas a dedicação individual nunca vai corrigir a falta de um sistema.

A conta pela falta de estrutura sempre chega. Se ela ainda não bateu no caixa deste mês, está sendo cobrada na construção do seu próximo semestre.

11/06/2026

Você já pensou em estar numa comunidade onde os mentores não ensinam do quadro branco, ensinam do campo?

Felipe Feldens tem 20 anos de história liderando transformações em consultoria, varejo, mídia, private equity e no maior banco cooperativo do Brasil. Hoje traz tudo isso para dentro do Sales Club, não como conteúdo teórico, mas como experiência aplicada na realidade de empresários e executivos brasileiros.

Esse é o padrão da nossa comunidade. Pessoas que vivem o que ensinam e escolheram compartilhar para que você não precise aprender só na raça.

Faça parte da nossa comunidade. Link na bio.

10/06/2026

Você tem 10 vendedores. E 10 processos de venda diferentes.

Cada um aborda do seu jeito. Fecha do seu jeito. E quando o resultado não vem, ninguém sabe exatamente o porquê, porque nunca existiu um padrão para comparar.

É exatamente isso que a Máquina de Vendas resolve.

A metodologia exclusiva do Sales Club padroniza o processo comercial da empresa, não o processo do vendedor. Define etapas claras, coloca tudo dentro de um CRM, integra ferramentas como VOIP, mensageria e IA, e desenvolve o time com técnicas e gatilhos que funcionam de forma consistente.

Quando a venda vira processo e não improviso, o resultado para de depender de quem está vendendo e começa a depender da operação.

Saiba mais. Link na bio.

10/06/2026

Contratar mais vendedores costuma ser uma das primeiras decisões tomadas quando uma empresa quer crescer. Afinal, se o objetivo é aumentar receita, parece natural imaginar que a solução está em ampliar a equipe comercial.

O problema é que muitas empresas tomam essa decisão antes de entender se a operação está preparada para sustentar esse crescimento.

Na prática, a contratação acaba sendo usada para resolver desafios que não têm relação com o tamanho do time. Falta de processo, baixa previsibilidade comercial, dependência excessiva de indicação e ausência de estrutura de gestão são alguns dos fatores que costumam limitar os resultados muito antes da capacidade de venda da equipe.

Por isso, antes de abrir uma nova vaga, vale refletir sobre três questões.

A primeira delas diz respeito ao processo comercial. O conhecimento que gera resultado está documentado e pode ser replicado por qualquer profissional que entre na operação ou ainda está concentrado na experiência dos melhores vendedores da empresa? Quando o sucesso depende de pessoas específicas, cada contratação se torna uma aposta. Empresas que conseguem crescer de forma consistente normalmente construíram processos capazes de transformar conhecimento individual em método.

A segunda questão está relacionada à previsibilidade. Você sabe exatamente quais canais geram oportunidades, quanto custa adquirir um cliente e quais fontes sustentam o crescimento do negócio? Muitas empresas apresentam bons resultados por meio de indicações, mas indicação, por si só, não permite planejamento. Crescimento sustentável exige previsibilidade, e previsibilidade exige clareza sobre os mecanismos que geram demanda.

A terceira pergunta talvez seja a mais importante: se sua empresa dobrasse o tamanho da equipe amanhã, o que seria escalado junto com ela? Porque crescimento não amplifica apenas acertos. Ele também amplia gargalos, ineficiências, desalinhamentos e problemas de gestão que passam despercebidos em estruturas menores.

É por isso que a decisão de contratar não deve ser analisada apenas sob a ótica de recursos humanos. Antes de aumentar a equipe, é fundamental avaliar se a empresa possui processos, liderança, tecnologia e capacidade operacional suficientes para sustentar o próximo ciclo de crescimento.

Em muitos casos, o próximo passo não é contratar mais pessoas. É fortalecer a estrutura que permitirá que essas pessoas gerem resultado quando chegarem.

E na sua empresa, qual dessas três perguntas merece mais atenção neste momento?

07/06/2026

Essa frase parece simples. Mas carrega uma das verdades mais difíceis de aceitar no empreendedorismo.

Todo mundo quer o resultado. Poucos estão dispostos a pagar o preço por ele.

E o preço não é só financeiro. É abrir mão do conforto antes de ter certeza que vai dar certo. É continuar quando os resultados ainda não aparecem. É tomar decisão difícil com informação incompleta. É errar, ajustar e recomeçar sem garantia de que dessa vez vai funcionar.

Silvio Santos sabia disso melhor do que ninguém. Começou como camelô nas ruas do Rio de Janeiro. Vendeu de tudo, brinquedos, canetas, enciclopédias. Não tinha capital, não tinha conexão, não tinha estrutura. Tinha disposição de pagar o preço que o sonho exigia.

E foi assim que construiu um império de comunicação, varejo e finanças.

O preço do sonho muda conforme o tamanho dele. Para quem quer uma empresa que cresce de forma consistente, o preço é estruturar o que está no improviso. É treinar o time que ainda não tem método. É investir em processo antes de precisar de resultado. É fazer o que é necessário antes de fazer o que é confortável.

Disposição não é entusiasmo. É uma escolha. É acordar no dia difícil e continuar mesmo assim.

Você está disposto a pagar o preço do seu sonho?

02/06/2026

O Sales Club está dando um passo importante na sua trajetória.

Pela primeira vez, estamos levando nossa metodologia para fora de São Paulo e iniciando um movimento que faz parte da nossa visão desde o início: conectar empresários de diferentes regiões do país a um ecossistema construído para gerar crescimento através de vendas, liderança e gestão.

No próximo dia 06 de junho, em Garibaldi, acontece a primeira edição do Sales Club pelo Brasil.

Mais do que um evento, este encontro representa a expansão de uma comunidade que acredita que empresas crescem de forma sustentável quando existe método, clareza e capacidade de execução.

Ao longo dos últimos anos, vimos centenas de empresários enfrentando desafios muito parecidos. Dificuldade para criar previsibilidade comercial, dependência excessiva de pessoas-chave, crescimento sem estrutura, processos pouco claros e operações que dependem mais do esforço individual do que de um sistema capaz de sustentar resultados.

Foi justamente para resolver essas dores que o Sales Club nasceu.

E é essa experiência que estamos levando para a Serra Gaúcha.

Durante o encontro, os participantes terão acesso a três profissionais que vivem diariamente os desafios do crescimento empresarial.

Luiz Paulo Teixeira, CEO do Sales Club, construiu sua carreira ajudando empresas a estruturarem operações comerciais, desenvolverem processos e criarem previsibilidade de receita.

Felipe Feldens, COO do Sales Club, atua na transformação de operações comerciais, liderança e gestão, ajudando empresas a substituir improviso por método e consistência.

Tiago Ferla, CEO da Mave Implementos Rodoviários e Embaixador Sales Club na Serra Gaúcha, representa um dos exemplos mais concretos da força desse ecossistema. Membro da Comunidade Elite há mais de quatro anos, participou de uma jornada que levou sua empresa de aproximadamente R$ 7 milhões para mais de R$ 70 milhões em faturamento, expandindo estrutura, equipe e capacidade de execução.

Mas o principal valor deste encontro não está apenas nos palestrantes.

Está na qualidade das conversas, na troca entre empresários e na oportunidade de estar próximo de pessoas que estão enfrentando desafios semelhantes e buscando soluções reais para crescer.

O mercado mudou. Crescer hoje exige muito mais do que vender bem. Exige liderança, gestão, tecnologia, processos claros e capacidade de adaptação.

O Sales Club pelo Brasil nasce exatamente para acelerar essa transformação.

E Garibaldi será o primeiro capítulo dessa história.
Se você é da região, clique no link, últimas vagas:

https://salesclub.com.br/sales-club-pelo-brasil/

31/05/2026

Abílio Diniz não nasceu grande. Escolheu ser.

Filho de um pequeno comerciante de Campinas, construiu um dos maiores impérios do varejo brasileiro, liderou o Grupo Pão de Açúcar por décadas e seguiu empreendendo mesmo depois dos 70 anos. Não por necessidade. Por escolha.

E é exatamente isso que a frase dele revela: grandeza não é destino. É decisão.

Mas decisão sem execução é só intenção. E é aqui que muitos param.

Porque ser um grande empresário exige três coisas que ninguém consegue terceirizar.

Disciplina para construir quando ninguém está olhando. Para manter a rotina no dia ruim, no mês difícil, no cenário que não colabora. Para fazer o que precisa ser feito mesmo sem vontade.

Resiliência para continuar depois do erro, da perda, da crise que ninguém previu. O empreendedor que não cai não existe. O que separa os grandes é quantas vezes levantou.

Foco para não se perder no ruído. Para saber o que importa, o que pode esperar e o que precisa acontecer hoje para o amanhã que você quer construir.

Grandeza é uma escolha. Mas é uma escolha que precisa ser renovada todo dia.

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