13/06/2026
🇧🇷 HOJE TEM BRASIL! 🇧🇷
Quem aí está animado para ver a nossa seleção em campo? ⚽🔥
Agora quero saber: qual será o placar de hoje? 👇
💬 Deixe seu palpite nos comentários e torça junto!
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Quem acertar o placar exato vai ganhar um desconto especial no e-book Descomplicando Laudos de Tomografia.
Será que alguém vai cravar o resultado? 😎
⚽ Meu palpite: 3 x 1 para o Brasil!
Valendo! ⏳🇧🇷
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11/06/2026
🦷 Será que a ultrassonografia pode assumir parte do papel da tomografia na avaliação óssea periodontal?
Um estudo recente comparou medidas obtidas por ultrassonografia e CBCT em 200 dentes e encontrou excelente concordância para a avaliação do nível ósseo marginal e da espessura óssea vestibular próxima à crista alveolar.
Os resultados mostraram diferenças mínimas entre os métodos, reforçando o potencial da ultrassonografia como uma alternativa sem radiação, de menor custo e capaz de fornecer imagens em tempo real.
Embora a TCFC continue sendo o padrão para avaliação tridimensional, a USG surge como uma ferramenta promissora para monitoramento periodontal, peri-implantar e acompanhamento longitudinal dos pacientes.
📌 O futuro da imagem odontológica pode envolver cada vez mais métodos complementares, combinando precisão diagnóstica e menor exposição à radiação.
Você utilizaria ultrassonografia para avaliar tecidos periodontais e peri-implantares?
Implantodontia DiagnosticoPorImagem OdontologiaDigital Ultrasound DentalImaging
Referência: Aydindogan S, Chan HL, Kripfgans OD, Balaban YE, Körez MK, Mutafcılar Velioğlu E, Orhan K, Hakki SS. Comparative assessment of marginal alveolar bone using ultrasonography and cone-beam computed tomography. Dentomaxillofac Radiol. 2026 Feb 1;55(2):217-227. doi: 10.1093/dmfr/twaf080. PMID: 41138171.
05/06/2026
Calcificações em Tecidos Moles na Radiografia Panorâmica 🧐🦷
Muitas vezes, estruturas que não fazem parte dos dentes ou dos ossos maxilares aparecem como importantes achados radiográficos.
Saber diferenciá-las é fundamental para um diagnóstico preciso!
Diagnosticar corretamente vai muito além dos dentes e protege a saúde integral do seu paciente!
📌 Salve este post para utilizá-lo como um guia rápido de consulta rápida durante seus estudos ou na rotina clínica!
02/06/2026
Você sabe identificar as principais características radiográficas das lesões maxilomandibulares?
Principais achados e hipóteses diagnósticas ilustradas:
a) Tumor Odontogênico Adenomatóide (TOA): Frequentemente associado a dentes inclusos (comum em caninos), com focos de calcificação.
b) Odontoma Composto: Pequenas estruturas semelhantes a dentículos bem organizados.
c) Odontoma Complexo: Massa amorfa radiopaca de tecidos dentários sem organização anatômica.
d) Ameloblastoma: Lesão multilocular clássica com aspecto em “bolhas de sabão” ou “favo de mel”.
e) Mixoma: Aspecto radiolúcido com septos ósseos finos e retilíneos (“raquete de tênis”).
f) Tumor Odontogênico Ceratocístico (TOC): Crescimento progressivo ao longo do corpo da mandíbula, margens bem definidas.
g) Cementoblastoma: Massa radiopaca unida à raiz do dente, circundada por um halo radiolúcido.
h) Tumor de Pindborg (TOECC): Radiolúcido com zonas de radiopacidade variadas (“neve caindo”).
i) Osteoma: Lesão exofítica compacta ou esponjosa, altamente radiopaca.
Salve esse post para consultar sempre que precisar durante o planejamento clínico ou estudos! 📌
25/05/2026
Nem tudo é “canal principal”: por que a nomenclatura correta salva seu diagnóstico?
👇Se você já olhou para uma variação anatômica e pensou: “Calma, isso é um canal lateral, colateral ou recorrente?”... saiba que você não está sozinho. A anatomia dos sistemas de canais radiculares confunde até os profissionais mais experientes!
A verdade é que a complexidade anatômica vai muito além do que os olhos veem de primeira. E por que dominar essa nomenclatura técnica é tão vital?
1️⃣ Comunicação sem falhas: O radiologista é os olhos do endodontista. Chamar a estrutura pelo nome correto no laudo direciona o tratamento clínico com precisão.
2️⃣ Evita retratamentos: Identificar corretamente um interconduto ou um canal acessório previne infecções persistentes e falhas na obturação.
💡 DICA DE OURO PARA RADIOLOGISTAS (Salve este post!):
Na hora de laudar tomografias ou radiografias complexas, use esta imagem do nosso feed como um guia rápido.
Olho clínico: Deixe o post salvo na sua coleção do Instagram. Quando surgir a dúvida se aquela ramificação apical é um canal secundário (passa do canal principal ao periodonto) ou acessório (ramificação do secundário), abra nossa imagem técnica para conferir a numeração exata e padronizar seu laudo!
A anatomia desafia, mas o diagnóstico correto simplifica.
Gostou do guia? Compartilhe com aquele colega da odontologia que precisa desse mapa anatômico na rotina!
AnatomiaDental DiagnosticoPorImagem
23/05/2026
Você sabe identificar o estágio de maturação da sutura palatina… mas sabe como descrever isso corretamente no laudo?
Na prática clínica, não basta reconhecer os estágios A–E de Angelieri — é importante entender como avaliar, interpretar e transformar esse achado em um laudo claro, objetivo e útil para o planejamento ortodôntico.
✨ No eBook Descomplicando Laudos de Tomografia você encontra o passo a passo de como realizar a avaliação da sutura palatina e como estruturar a descrição desse achado no laudo tomográfico.
📖 O material inclui:
✔️ Como realizar a análise da sutura palatina
✔️ Fluxograma de classificação dos estágios
✔️ Sugestões de descrição para laudos
✔️ Aplicação prática na rotina radiológica
Clique no link da Bio e SAIBA MAIS:
Porque um bom exame começa na aquisição da imagem… mas entrega valor na interpretação e na comunicação do diagnóstico.
💬 Conta aqui: você já descreve maturação da sutura palatina nos seus laudos?
Angelieri Ortodontia Radiologia Odontologia DiagnosticoPorImagem
20/05/2026
Você sabe identificar corretamente os estágios de maturação da sutura palatina?
A classificação proposta por Angelieri et al. (2013) se tornou uma ferramenta importante para auxiliar na avaliação da possibilidade de expansão esquelética e no planejamento ortodôntico baseado em imagem.
Neste carrossel você encontra um resumo dos estágios A–E e dos principais critérios de interpretação.
✨ E se quiser aprender o passo a passo completo de como realizar essa avaliação e utilizar o fluxograma na prática clínica, você encontra o conteúdo detalhado no eBook Descomplicando Laudos de Tomografia.
Porque não basta visualizar a sutura — é preciso saber interpretar o que ela está mostrando.
💚 Salve este post para consultar depois
💬 Compartilhe com alguém que trabalha com ortodontia ou radiologia odontológica
📚 Você já utiliza a classificação de Angelieri nos seus laudos?
Angelieri SuturaPalatina DiagnosticoPorImagem Odontologia Radiologia ImaginologiaOdontologica
15/05/2026
A Inteligência Artificial já é uma realidade na Radiologia Odontológica — e seu papel vai muito além da automação. 🦷✨
Hoje, algoritmos avançados auxiliam na detecção de anomalias, segmentação de imagens, reconstruções 3D e planejamento terapêutico, tornando os diagnósticos mais rápidos e precisos.
A associação entre IA e exames radiográficos permite:
• maior precisão diagnóstica
• redução da exposição à radiação
• otimização do fluxo clínico
• melhoria da qualidade das imagens
• mais segurança no planejamento e acompanhamento dos tratamentos
Modelos de deep learning, como as CNNs (Redes Neurais Convolucionais), já demonstram excelente desempenho na identificação de lesões periapicais, perdas ósseas, cáries e alterações maxilofaciais.
Mas é importante lembrar: a tecnologia não substitui o olhar clínico.
A IA funciona como ferramenta de apoio à tomada de decisão, enquanto a interpretação crítica, a experiência profissional e o raciocínio clínico continuam sendo insubstituíveis.
O futuro da Radiologia Odontológica não é sobre máquinas substituindo profissionais — e sim sobre tecnologia e inteligência humana trabalhando juntas para diagnósticos mais assertivos e um cuidado ainda mais individualizado ao paciente. 💚