18/05/2026
DESIGN EDITORIAL
Um mergulho na história do design de publicações, guiado pelos artefatos e revistas criadas pelos grandes precursores dos últimos 100 anos.
Nesta segunda-feira, Alexey Brodovich, Tibor Kalman, Cipe Pineles, Henry Wolf, M.F. Agha, George Lois e Bea Feitler estiveram presentes na nossa mesa de referências e inspirações por meio de periódicos históricos.
Venha participar do melhor curso de Design Editorial de Sampa e aprenda a criar publicações incríveis, com a mesma excelência dos grandes mestres.
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15/05/2026
Vai, Speed!
Houve um tempo (no final dos anos 70 e início dos 80), que ficou marcado por uma série de desenhos animados que fizeram a cabeça de toda uma geração.
Podia ser manhãs da Globo, nas tardes da Record, no SBT… sempre tinha um desenho legal pra assistir.
Um que marcou muito, sem sombra de dúvida, foi Speed Racer!
Criado no Japão por Tatsuo Yoshida, o anime (originalmente chamado Mach GoGoGo) estreou em 1967 e acompanhava as aventuras de Go Mifune (o nosso Speed Racer) e seu inseparável Mach 5, misturando corridas com intrigas e tramas policiais com muita ação!
Aqui no Brasil, a Editora Abril lançou o gibi da série em seu tradicional “formatinho” a partir de 1977!
Algumas dessas edições fazem parte da coleção da Lubba Cultura Visual e estão acessíveis a todos os alunos…
Vem Speed!
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lubbaculturavisual
15/05/2026
Momentos
Fun Drawing. Arte e Desenho para Crianças e Adolescentes!
14/05/2026
UM CORPO QUE CAI
O thriller Vertigo (UM CORPO QUE CAI), de 1958, foi a primeira colaboração do diretor Alfred Hitchcock com o designer gráfico Saul Bass, conhecido por rejeitar convenções sem inspiração que então prevaleciam no design de pôsteres e abertura de filmes na época.
O pôster e os créditos iniciais de Bass para Vertigo exemplificam apresentam um estilo inovador e vanguardista, por ser pioneiro no uso reduzido de texto e ilustrações simbólicas.
Bass identificou um emblema em particular – o círculo espiral – como transmissor da atmosfera do filme, permitindo que o vórtice giratório dominasse grande parte da página e enfatizasse a atmosfera perturbadora do história.
Caindo no vórtice está a silhueta de um homem, que lembra aquelas desenhadas pela polícia em cenas de homicídio, pairando sobre o contorno de uma mulher.
A fonte é nervosa e assimétrica, expressando a mente instável do personagem central, enquanto a cor vermelha implica perigo e aviso.
Com sua capacidade de transmitir uma gama impressionante de humor e emoção, o trabalho de Bass para Vertigo o consagraria como o principal designer de cinema de sua geração. Seu estilo gráfico continua a influenciar novos profissionais.
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14/05/2026
Momentos
Fun Drawing. Arte e Desenho para Crianças.
12/05/2026
Clássico que nunca morre
Os mutton fists (mãozinha ou “punhos tipográficos”) são aquelas mãos apontando que a gente ama em peças gráficas vintage.
Eles existem desde o início da impressão e eram usados para chamar atenção para informações importantes num cartaz ou anúncio. Logo se tornaram um elemento gráfico de decoração muito charmoso.
No século XIX, explodiram em cartazes de teatro e apresentações musicais que usavam fileiras inteiras de punhos apontando para o nome da atração, em tamanhos gigantes.
Impressores encomendavam versões cada vez mais elaboradas, com punhos rendados e detalhes incríveis.
Até o designer Eric Gill, famoso pelo tipo sem serifa, criou os seus próprios.
Com a chegada do computador, eles quase sumiram… mas de tempos em tempos, voltam com tudo para dar aquele ar nostálgico e divertido em peças modernas.
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01/05/2026
Uma mão. Uma espátula. Uma revolução no design. Um pôster para o 1º de Maio.
Em 1930 Ernst Keller já desenhava o futuro. Uma simples mão com espátula vira símbolo de força e futuro.
Neste icônico cartaz, esse gesto anuncia duas exposições no Museu de Artes Aplicadas de Zurique: uma dedicada à arquitetura de Walter Gropius e outra sobre Construção Racional.
Com economia cirúrgica de imagem e tipografia, Keller já antecipava o que viria a ser o famoso Estilo Suíço (ou Estilo Tipográfico Internacional) dos anos 50.
Formado em litografia e caligrafia, Keller foi professor na Kunstgewerbeschule de Zurique a partir de 1918 e formou uma geração inteira de mestres, como Josef Müller-Brockmann, Armin Hofmann e Richard Paul Lohse.
Aqui, ele usa assimetria, grade invisível e tipografia sem serifa — elementos que seus alunos levariam ao extremo. A diagonal poderosa do braço cria movimento e tensão, como se a espátula fosse uma arma prestes a construir o novo mundo. Keller cortou as letras à mão, num sem serifa alongado que carrega sua assinatura única.
Enquanto outros cartazes da época também eram brilhantes, este se destaca pela força simbólica e pela clareza racional.
Do entre-guerras até hoje, o legado de Keller como designer e educador ainda molda a cultura visual que vemos nas ruas e telas do mundo inteiro.
Essa e outras histórias do design e das artes visuais estão presentes nos cursos da .
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PosterDesign