PPS - Saúde e Envelhecimento
Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Ciências Do Envelhecimento
16/06/2026
A tecnologia tem transformado a forma como muitas pessoas idosas se comunicam, cuidam da saúde, acessam serviços e mantêm sua autonomia.
Segundo pesquisa citada pela CNN Brasil, o uso de smartphones entre idosos passou de 55% em 2016 para 90% em 2025, revelando uma mudança importante na relação entre envelhecimento e inclusão digital.
No Mestrado em Ciências do Envelhecimento, esse cenário se torna campo de estudo, pesquisa e atuação profissional.
Mais do que falar sobre aplicativos, teleatendimento ou dispositivos de segurança, é preciso investigar como a tecnologia pode ser acessível, simples, inclusiva e capaz de melhorar a qualidade de vida na maturidade.
Porque envelhecer com autonomia também depende de conhecimento, inovação e pesquisa aplicada.
09/06/2026
O Programa de Pós-Graduação em Ciências do Envelhecimento convida para a defesa de mestrado de Isabella Monare Teixeira.
A pesquisa analisa a influência do vínculo afetivo com animais domésticos na solidão e na empatia de pessoas idosas, contribuindo para a compreensão das relações afetivas e de seus impactos no bem-estar e na qualidade de vida durante o envelhecimento.
Data: 26 de junho de 2026
Horário: 9h
Modalidade: Remota
Participe e acompanhe este importante momento acadêmico.
Programa de Pós-Graduação em Ciências do Envelhecimento
Universidade São Judas – Nota 5 na CAPES.
09/06/2026
Cuidar da pessoa idosa não é uma responsabilidade isolada.
É um tema que envolve família, comunidade, serviços de saúde, assistência social, políticas públicas, vínculos afetivos e redes de apoio.
No Mestrado em Ciências do Envelhecimento, esse debate ganha profundidade acadêmica e prática, formando profissionais capazes de pesquisar, analisar e propor caminhos para um cuidado mais integrado, humano e efetivo.
Estudar o envelhecimento em rede é compreender que a qualidade de vida na maturidade depende de conexões, conhecimento e responsabilidade coletiva.
Porque transformar o cuidado também começa pela pesquisa.
05/06/2026
O Programa de Pós-Graduação em Ciências do Envelhecimento (PGCE) da Universidade São Judas Tadeu – Campus Mooca manifesta profunda preocupação e repúdio diante dos recentes episódios amplamente divulgados envolvendo manifestações hostis direcionadas a instituições de longa permanência para pessoas idosas (ILPIs) na região do Alto da Lapa, em São Paulo.
Embora discussões relacionadas ao ordenamento urbano, aspectos administrativos, sanitários ou de convivência comunitária sejam legítimas em um Estado Democrático de Direito, é imprescindível reafirmar que nenhum debate pode legitimar práticas de desrespeito, constrangimento, estigmatização ou violência simbólica contra pessoas idosas.
A velhice não pode ser percebida como incômodo social.
O envelhecimento é uma condição inerente à trajetória humana e deve ser compreendido sob a perspectiva da dignidade, do cuidado, do pertencimento social e da proteção integral dos direitos humanos.
A forma como uma sociedade acolhe suas pessoas idosas reflete seus valores éticos, sua maturidade civilizatória e seu compromisso com a justiça social.
O envelhecimento populacional brasileiro constitui uma realidade demográfica incontestável, exigindo respostas interdisciplinares, políticas públicas adequadas, fortalecimento das redes de cuidado e, sobretudo, uma mudança cultural capaz de combater o preconceito etário (etarismo) e promover uma cultura de respeito às pessoas idosas.
O Programa de Pós-Graduação em Ciências do Envelhecimento reafirma seu compromisso acadêmico, científico e social com a produção do conhecimento voltado à promoção do envelhecimento digno, da autonomia, da inclusão, da proteção dos direitos humanos e do cuidado ético às pessoas idosas.
Reiteramos nossa solidariedade às pessoas idosas, familiares, profissionais e instituições eventualmente impactados pelos episódios noticiados, reforçando que o envelhecimento deve ser tratado com respeito, humanidade e responsabilidade coletiva.
Uma sociedade que invisibiliza ou hostiliza suas pessoas idosas compromete, inevitavelmente, o próprio futuro.
São Paulo/SP, junho de 2026.
Programa de Pós-Graduação em Ciências do Envelhecimento (PGCE) - Universidade São Judas Tadeu – Campus Mooca
05/06/2026
A maturidade pode ser um ponto de partida para novas descobertas.
No Mestrado em Ciências do Envelhecimento, a experiência de vida e de carreira se conecta à pesquisa, ao conhecimento científico e à construção de soluções para um dos temas mais importantes da atualidade: o envelhecimento.
Mais do que continuar atuando, é possível transformar trajetória em estudo, reflexão e impacto social.
Porque aprender, pesquisar e contribuir não têm idade.
28/05/2026
A pesquisa acadêmica tem um papel essencial na construção de uma sociedade mais preparada para o envelhecimento.
É a partir dela que surgem novas práticas, estratégias de cuidado e políticas que impactam diretamente a qualidade de vida da população idosa.
O conhecimento produzido vai além da teoria.
Ele influencia decisões, orienta ações e transforma realidades.
Na Universidade São Judas Tadeu, a produção científica está conectada com o que realmente importa: gerar impacto na vida das pessoas.
Porque estudar o envelhecimento é, também, contribuir para viver melhor.
21/05/2026
No último dia 18 de maio, foi celebrado o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, uma data importante para reforçar a necessidade de um cuidado em saúde mental mais humano, acolhedor e digno.
A luta antimanicomial defende o respeito, a liberdade e o direito de cada pessoa receber cuidado sem exclusão, preconceito ou isolamento.
Falar sobre saúde mental também é falar sobre empatia, escuta e construção de redes de apoio.
Porque todo cuidado começa pelo respeito às histórias, aos sentimentos e à humanidade de cada pessoa.
21/05/2026
O envelhecimento não pode ser explicado por um único olhar.
Ele envolve saúde, comportamento, contexto social, qualidade de vida e muito mais.
Por isso, as Ciências do Envelhecimento são, por natureza, interdisciplinares.
Essa integração de saberes permite compreender as pessoas de forma mais completa e propor soluções mais eficazes para os desafios da longevidade.
Na Universidade São Judas Tadeu, essa visão integrada é a base da formação acadêmica.
Porque entender o envelhecimento exige mais do que especialização.
Exige conexão entre diferentes áreas do conhecimento.
14/05/2026
A população idosa cresce rapidamente.
E com ela, surgem novos desafios sociais, econômicos e de saúde.
Estudar o envelhecimento deixou de ser uma escolha de nicho.
Hoje, é uma necessidade estratégica.
Compreender essa transformação é fundamental para planejar políticas públicas, desenvolver soluções e formar profissionais preparados para essa nova realidade.
Na Universidade São Judas Tadeu, o envelhecimento é tratado como um tema central para o presente e o futuro da sociedade.
Quem entende o envelhecimento hoje, ajuda a construir o amanhã.
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