LABÔ PUCSP

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O LABÔ, dirigido por Luiz Felipe Pondé, gera conhecimento de livre expressão, ágil, público e i

O aço temperado do artigo 58 sobre os zeks 24/06/2026

Golpes de martelo sobre um pedaço de trilho suspenso, às cinco horas da manhã, ecoando numa região inóspita do Cazaquistão, dão início a um dos relatos mais importantes da literatura russa contemporânea. Era o toque da alvorada.
A imagem marcante de um prisioneiro chamado Ivan Deníssovitch Chukhov levantando-se para mais um dia de trabalho no campo de concentração de Ekibastuz deu voz ao povo soviético, que sussurrava cautelosamente sobre experiências semelhantes entre seus familiares.

Abdon é advogado atuante nas áreas de direito civil, direito do consumidor e direito imobiliário. Graduado em direito pela Universidade Católica de Salvador/BA. Pós-Graduado em Direito Tributário pela Universidade Federal da Bahia. Pesquisador do Núcleo de Filosofia Política, do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.

BOA LEITURA!

O aço temperado do artigo 58 sobre os zeks A literatura russa de testemunho é permeada por referências constantes ao famigerado artigo 58 do Código Penal Soviético.

22/06/2026

Grupo CINEMA, FILOSOFIA E RELIGIÃO
Coordenação e apresentação: Profa. Dra. Flavia Arielo

22/06/2026

BIBLIOTECA LABÔ - terça-feira, dia 23 de junho de 2026, às 17h!

sobre a obra O QUE NÃO ESTÁ ESCRITO NOS MEUS LIVROS de victor E. Frankl, com Francisco Carlos Gomes.

Francisco é psicólogo clínico e logoterapeuta. Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP. Fundador e diretor clínico do Núcleo de Logoterapia AgirTrês. Coordenador do grupo de pesquisa “Victor Frankl e a interface com outras escolas psicológicas e filosóficas” do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.

AO VIVO no YouTube e no Facebook!

21/06/2026

Quarto episódio do programa LABÔ EM CENA, o novo espaço no qual pesquisadores do Labô, do grupo CINEMA, FILOSOFIA E RELIGIÃO, apresentam e analisam filmes sob diferentes pontos de vista. Com coordenação e apresentação da professora doutora Flávia Arielo, o Labô em Cena acontece uma vez por mês!

No episódio do dia 22 de junho, às 18h, contaremos com a participação de Márcia Bulle analisando o filme VIAGEM À ITÁLIA, de Roberto Rossellini. Márcia é advogada formada pela Faculdade de Direito da USP, com pós-graduação em Direito Processual Civil e Direito Contratual pela PUC, LLM em Direito do Mercado Financeiro pelo IBMEC e Especialização em Roteiro pela FAAP.

AO VIVO NO YOUTUBE E NO FACEBOOK!

18/06/2026

Na próxima segunda-feira, dia 22 de junho, o grupo de CINEMA, FILOSOFIA E RELIGIÃO, coordenado pela Profa. Dra. Flavia Arielo, fará apresentações sobre as discussões realizadas durante o primeiro semestre de 2026.

Teremos a oportunidade de ouvir os pesquisadores: Juvenal Antunes, Jason Baroni, Márcia Bule, Danyel C. Oliveira, Deborah N. Borim, Erik G. Cardoso, Gabriela F. Lima, Ana Lidia Rosa, João Vitor Rebelatti, Debora Marcelli e Amanda Spinelli desenvolvendo suas ideias sobre desejo e silêncio de Deus, cinema e sacralidade, sagrado e profano, a busca pela origem do mal, teodiceia e etc.

Vejam os filmes estudados no card.

DIA 22 DE JUNHO, das 19h às 21h, ONLINE VIA ZOOM, INSCRIÇÕES em [email protected]

O estoicismo enquanto ideologia 17/06/2026

Prof. Dr. Francisco E. Parente, coordenador do grupo TEORIA CRÍTICA E SOCIEDADE DO CONSUMO escreve a sua coluna mensal - HYBRIS - no nosso portal offlattes.com! E nos explica: Hybris é conceito grego que pode ser traduzido como um descomedimento devido a uma ação humana imprudente, geralmente de um herói trágico que pagará caro por desafiar os deuses. Este foi o conceito escolhido para nomear esta coluna mensal que visa à provocação. Hybris expressa a essência do agir humano no mundo; atos situados entre a pequenez ontológica e as grandes aspirações existenciais. Estamos neste palco chamado LABÔ, local que insiste em fazer ecoar o canto dos trágicos.

Há uma imagem estoica interessante e didática para melhor explicar esta relação. Imagine um cachorro amarrado a uma carroça, o cão não tem força alguma contra a carroça, seu movimento arrasta o pobre animal canino condenado à impotência. Deste modo, só lhe resta duas escolhas, não aceitar sua realidade e ser esfolado tentando resistir à carruagem, ou acompanhá-la e preservar a si mesmo, compreendendo a natureza desta situação, a qual ele não pode controlar ou determinar. Neste caso, nós seriamos como o cachorro e o mundo como a carruagem, cabendo a nós entendermos o caminho que o veículo seguirá e segui-lo, tornando a resiliência e o comedimento virtudes para não nos alienarmos de nossa natureza em um hedonismo equivocado. A aceitação do destino se torna uma chave essencial para o bem-viver.

BOA LEITURA!

O estoicismo enquanto ideologia No mundo contemporâneo o estoicismo vem ressurgindo como um modo de filosofia que auxiliaria a lidarmos com a contingência da pós-modernidade, junto a todas as frustrações advindas dela.

Photos from LABÔ PUCSP's post 15/06/2026

O grupo de pesquisa NELSO RODRIGUES: LITERATURA, FILOSOFIA E RELIGIÃO, coordenado pela Profa. Ms. Daniele Batagin, convida a todos para o seu seminário.

Serão três mesas em que os pesquisadores apresentarão as pesquisas e reflexões do semestre.

O evento será ONLINE, VIA ZOOM, no dia 19 de junho, das 14h às 16h.

Envie seu nome completo para [email protected] para realizar a sua inscrição!

Photos from LABÔ PUCSP's post 14/06/2026

Na última quarta-feira, o grupo de pesquisa ÉTICA DA TECNOLOGIA, coordenado pelo Prof. Ms. Davi Lago, realizou seu II Fórum de Tecnoética. Pesquisadores do Brasil inteiro se reuniram para mostrar as produções do grupo. Além disso, houve o lançamento do livro “Tecnoética: perspectivas interdisciplinares”. Um momento de união, amizade e comprometimento. Obrigada a todos que participaram!!

As certezas de Carlos Martel 12/06/2026

Nossa coluna BEHAVIOR em offlattes.com, todas as sextas, por Fernando Amed.

Nietzsche e Cioran são exemplos de filósofos que subiram a régua em relação à credibilidade dos deuses e das práticas religiosas, mas não penso neles exatamente como criadores do niilismo, mas como seres que foram atentos ao que notavam como pertencente ao cotidiano mais comezinho, naquele espaço em que os deuses costumam ser discretos. Penso nisso e não me confundo em relação ao que já se vivia sobre a morte de Deus, antes que essa frase fosse escrita pelo filósofo alemão. Será que a consciência dessa afirmação é uma carga que se consiga carregar?

Fernando é doutor em História Social pela USP. Historiador pela FFLCH da USP, professor da Faculdade de Comunicação da Faap e do curso de Artes Visuais da Belas Artes de São Paulo, autor de livros e artigos acadêmicos. Coordenador do Grupo de Pesquisa sobre Comportamento Político do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – LABÔ.

BOA LEITURA!

As certezas de Carlos Martel O recrudescimento do islamismo no Ocidente contemporâneo seria um sinal de que buscamos algo para se colocar no lugar de tudo o que nos habituamos em detratar e descrer?

11/06/2026

O grupo de pesquisa JUDAÍSMO CONTEMPORÂNEO, coordenado pela Profa. Dra. Andrea Kogan, convida a todos para o seminário - “Literatura e identidade judaicas”.

Profa. Dra. Nancy Rozenchan fará a conferência de abertura e em seguinda haverá um bate-papo com os pesquisadores sobre questões discutidas ao longo do último semestre que envolveram as obras: “Os judeus e as palavras”, de Amós Oz, “O homenzinho” de Mendele Mocher Sforim, “Um tristeza infinita”, de Antônio Xerxenesky, e reflexões acerca de identidade, língua, geografia, etc.

Profa. Nancy possui graduação em Línguas Orientais Hebraico, mestrado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) e doutorado em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) pela Universidade de São Paulo, pós-doutorado pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado pela University of California. Atualmente é professora sênior de Língua e Literatura Hebraica e Judaicas e Cultura Judaica do DLO da FFLCH-US, tradutora de literatura hebraica e judaica e membro do Comitê Curatorial do Museu Judaico de São Paulo

O evento será ONLINE, VIA ZOOM, no dia 17 de junho, das 16h às 18h.

Envie seu nome completo para [email protected] para realizar a sua inscrição!

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