14/06/2026
Vamos ajudar com o pouco que temos e partilhar como se fosse meme!
Guilles Cistac O doente morre nas mãos desse tipo de Doutores. Construções desabam nas mãos desse tipo de Engenheiros.
DESTRUIR UMA NAÇÃO, NÃO PRECISA DE USAR A BOMBA ATÓMICA OU MISSEIS DE LONGA DISTÂNCIA, MAS SOMENTE BAIXAR A QUALIDADE DE EDUCAÇÃO E ACEITAR FRAUDE NOS EXAMES. O dinheiro perde nas mãos desse tipo de Economistas. A humanidade morre nas mãos desse tipo de Académicos Religiosos. A justiça é perdido nas mãos desse tipo de juizes. Por isso, O COLAPSO DA EDUCAÇÃO É O COLAPSO DA NAÇÃO.
14/06/2026
Vamos ajudar com o pouco que temos e partilhar como se fosse meme!
Atenção PODEMOS, o povo irá decidir sobre a próxima legislatura
05/06/2026
🚨 Ú𝗟𝗧𝗜𝗠𝗔 𝗛𝗢𝗥𝗔!
𝗡𝘂𝗺 𝗰𝘂𝗿𝘁𝗼 𝗲𝘀𝗽𝗮ç𝗼 𝗱𝗲 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼, 𝗼 𝗽𝗼𝘃𝗼 𝗷á 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗲𝗴𝘂𝗶𝘂 𝗮𝗿𝗿𝗲𝗰𝗮𝗱𝗮𝗿 𝘂𝗺 𝗽𝗼𝘂𝗰𝗼 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗱𝗲 𝟲𝟬𝟬.𝟬𝟬𝟬 𝗺𝗲𝘁𝗶𝗰𝗮𝗶𝘀 𝗻𝗼 â𝗺𝗯𝗶𝘁𝗼 𝗱𝗮 𝗰𝗮𝗺𝗽𝗮𝗻𝗵𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗼𝗹𝗶𝗱𝗮𝗿𝗶𝗲𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗼 𝗣𝗿𝗼𝗳𝗲𝘀𝘀𝗼𝗿 𝗔𝗱𝗿𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗡𝘂𝘃𝘂𝗻𝗴𝗮.
A forte adesão demonstra que 𝗼 𝗽𝗼𝘃𝗼 𝘀𝗲𝗻𝘁𝗶𝘂-𝘀𝗲 𝗶𝗻𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶ç𝗮𝗱𝗼 𝗷𝘂𝗻𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗰𝗼𝗺 𝗼 𝗣𝗿𝗼𝗳𝗲𝘀𝘀𝗼𝗿 𝗔𝗱𝗿𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗡𝘂𝘃𝘂𝗻𝗴𝗮 e decidiu transformar a sua indignação em solidariedade.
Há também uma importante actualização. 𝗢 𝗽𝗼𝘃𝗼 𝘀𝗼𝗹𝗶𝗰𝗶𝘁𝗼𝘂 𝗮 𝗱𝗶𝘀𝗽𝗼𝗻𝗶𝗯𝗶𝗹𝗶𝘇𝗮çã𝗼 𝗱𝗮 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗮 𝗘-𝗠𝗼𝗹𝗮 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗳𝗮𝗰𝗶𝗹𝗶𝘁𝗮𝗿 𝗮𝘀 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗶𝗯𝘂𝗶çõ𝗲𝘀, o professor respondeu positivamente.
Assim, para além da conta M-Pesa já divulgada, passam a estar disponíveis as seguintes contas:
📱 M-Pesa 84 333 0009 - Adriano Nuvunga
📱 E-Mola 86 215 5820 - Adriano Alfredo Nuvunga
𝗔𝘁𝗲𝗻çã𝗼: 𝗔𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗲𝗳𝗲𝗰𝘁𝘂𝗮𝗿 𝗾𝘂𝗮𝗹𝗾𝘂𝗲𝗿 𝗲𝗻𝘃𝗶𝗼, 𝗰𝗼𝗻𝗳𝗶𝗿𝗺𝗲 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗼 𝗻𝗼𝗺𝗲 𝗱𝗼 𝘁𝗶𝘁𝘂𝗹𝗮𝗿.
Já foi arrecadado um pouco mais de 600.000 meticais. Mantendo-se este ritmo de solidariedade, falta cada vez menos para alcançar a meta de 1.000.000 de meticais.
Qualquer contribuição, por menor que pareça, representa uma demonstração de solidariedade e apoio.
“𝗨𝗺𝗮 𝗷𝘂𝘀𝘁𝗶ç𝗮 𝗾𝘂𝗲 𝗽𝘂𝗻𝗲 𝗾𝘂𝗲𝗺 𝗱𝗲𝗻𝘂𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗻ã𝗼 𝗽𝗿𝗼𝘁𝗲𝗴𝗲 𝗼 𝗽𝗼𝘃𝗼, 𝗰𝗼𝗻𝗱𝗲𝗻𝗮-𝗼 𝗲𝗺 𝘀𝗶𝗹ê𝗻𝗰𝗶𝗼.”
Fonte: Galhardo Vaz Negro
Forquilha sendo ele mesmo!
Gil Anibal
04/06/2026
02/06/2026
📍🇲🇿 Falta de medicamentos: Profissionais de saúde moçambicanos pedem intervenção de Chapo
Os profissionais de saúde moçambicanos pediram hoje a intervenção do Presidente Daniel Chapo, alegando falta de fármacos nas unidades sanitárias, enquanto as negociações com o executivo para impedir paralisações no setor, desde janeiro, pararam.
"A primeira coisa é dar mais prioridade à saúde porque todo o mundo depende da saúde, dar prioridade à saúde é saber como é que as unidades sanitárias recebem e quando vão ter medicamentos, porque na realidade não tem medicamentos", disse o presidente da Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM), Anselmo Muchave, em conferência de imprensa, em Maputo.
Ao chefe do Estado pediu também "para adquirir medicamentos e insumos médicos e depois vamos ver a organização das unidades sanitárias, porque neste momento não temos medicamentos, o que temos são medicamentos doados de doenças de outro país, porque há medicamentos que em Moçambique não têm função".
Desde 16 de janeiro que a APSUSM tem convocado paralisações de 30 dias, cujos efeitos não são claros, com o Governo a garantir desconhecer o impacto da greve nas unidades sanitárias. Segundo a APSUSM, as negociações com o Governo pararam, porque este "não tem plano, não sabe o que dizer quando pedimos medicamentos e praticamente diz que vai comprar", disse Muchave. (com Lusa)
GUERRA ENTRE O GOVERNO E OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE